Páginas

Assista nossos Programas

domingo, 29 de janeiro de 2012

Refeição fora de casa está mais barata na capital paulista, segundo Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012

Pesquisa mostra que o preço médio de uma refeição completa na cidade é de R$ 28,47, enquanto média nacional é de R$ 27,46

Barueri, 27 de janeiro – O Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 - divulgado a partir de hoje - mostra que o almoço fora de casa custa em média R$ 28,47 na cidade de São Paulo. O valor representa uma queda de 3,2% em relação ao levantamento apresentado no ano passado, que apontava média de R$ 29,42. Os dados, apurados pelo Instituto Datafolha em parceria com a Alelo, administradora de cartões-benefício e cartões pré-pagos, apresentam a média nacional de R$ 27,46 - valor que representou aumento de 2,54% em relação ao preço médio nacional de R$ 26,78, verificado pela edição anterior da pesquisa.

A pesquisa, em sua terceira edição, foi realizada com 4.312 estabelecimentos de cidades brasileiras no período entre 13 de setembro e 19 de outubro de 2011. Todos os estabelecimentos entrevistados são credenciados à rede Visa Vale e analisa a refeição no período do almoço, de segunda à sexta-feira. O levantamento avaliou o custo individual de prato principal, sobremesa, bebida e café expresso, compondo assim o valor total da refeição.

Com a queda no preço médio da refeição completa, a capital paulista não está mais entre as dez cidades mais caras para se comer fora de casa no país. Em 2010, era a quarta cidade com maior preço médio no Brasil e em 2011 ficou no décimo terceiro lugar no ranking das mais caras.

Entre as regiões da cidade, a Zona Sul é a mais cara com média de refeição completa de R$ 30,40, seguida do Centro com R$ 30,34, Zona Oeste com R$ 28,87, Zona Norte com R$ 24,13 e Zona Leste com R$ 23,76.

Porém, quando considerado somente o preço médio do prato principal nas regiões da cidade de São Paulo, o Centro toma a frente com R$ 18,23, seguido da Zona Sul com R$ 18,15, Zona Oeste com R$ 17,23, Zona Norte com R$ 13,92 e Zona Leste com R$ 13,14.

Quando feito o comparativo entre as edições da pesquisa com base em 2010 e em 2011 dos preços médios nas regiões da cidade de São Paulo, as regiões do Centro e da Zona Leste destacam-se como as únicas a terem registrado um leve aumento. O Centro teve uma alta em seu preço médio de refeição completa de 1,88%, enquanto a Zona Leste teve alta de 1,66%.

Entre as 10 cidades com refeição fora de casa mais em todo o Brasil, quatro estão localizadas no estado de São Paulo. São Vicente tem o maior preço médio de refeição completa do estado com R$ 34,91, a segunda mais cara do país, seguida de Sorocaba com R$ 30,54, Piracicaba com R$ 29,99 e Jundiaí com R$ 29,71.

Os dados apontam que, da região metropolitana do estado, Barueri desponta como a cidade que apresenta a refeição fora de casa mais cara, com preço médio de R$ 29,58. A capital paulista fica em segundo lugar, com R$ 28,47. Neste ranking, em terceiro lugar vem a cidade de São Bernardo do Campo com R$ 26,45, seguida por Mogi das Cruzes (com R$ 26,36) e Guarulhos com R$ 25,97. Estas três últimas cidades apresentaram nesta edição do levantamento altas nos preços da refeição fora de casa. São Bernardo do Campo registrou 1,5%. Mogi das Cruzes apresentou a maior alta da região metropolitana, com 17,6%. Em Guarulhos, foi verificada uma alta de 6,5%.

Pesquisa e Preço Médio no Brasil

O Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 mostra que o almoço fora de casa custa, em média, R$ 27,46 no Brasil. O valor representa um aumento de 2,54% em relação ao levantamento apresentado no ano passado, que apontava a média de R$ 26,78. Neste mesmo período (janeiro a outubro de 2011), o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) específico dos alimentos e bebidas evolui 4,76% e o IPCA geral avançou 5,43%. Segundo dados da pesquisa, o aumento dos estabelecimentos de até 50 lugares – que passaram a representar 34% da amostra contra 18% do ano passado –, motivou a pequena variação do preço médio de refeição. Os restaurantes com 50 ou mais lugares (66% de amostra) tiveram um crescimento médio de 10% no valor da refeição completa.

Da média de R$ 27,46 apontada pela edição deste ano, somente o prato representa aproximadamente 60% do valor da refeição completa, com valor médio de R$16,35. A sobremesa, por sua vez, representa R$ 5,38, enquanto a bebida participa com R$ 3,15 e o café com R$ 2,58. O aumento mais expressivo dos componentes da refeição foi identificado no valor do café -10,26%, seguido pelo preço da bebida, que foi de 6,42%. Prato e sobremesa tiveram aumentos menores, com, respectivamente, 1,36% e 0,56%.

De acordo com os resultados das pesquisas anteriores, é possível afirmar que a refeição fora de casa “pesou” mais no bolso do brasileiro no período de 24 meses, entre outubro de 2009 até outubro de 2011. O valor da refeição completa (prato, bebida, sobremesa e café expresso) aumentou 20,92% neste período, passando de R$ 22,71 em 2009 para R$ 27,46 em 2011, segundo a pesquisa feita por Alelo e Datafolha. Atribui-se ao salto a alta de 16,49% do IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) específico dos alimentos e bebidas, ocorrida entre 2009 e 2011, enquanto o IPCA geral avançou 12,84%, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).

“A Alelo desenvolve anualmente esta pesquisa em parceria com o Instituto Datafolha com o objetivo de auxiliar as empresas a desenharem uma proposta de benefício em sintonia com os custos médios da região onde estão inseridas. Esse material, inclusive, é muito útil para os pequenos empreendedores, que se apóiam em informações de mercado para oferecer mais vantagens às suas equipes. Isso significa retenção e melhoria na qualidade de vida e produtividade destes funcionários”, explica Ronaldo Varela, diretor executivo Comercial, Marketing, Produtos e Novos Negócios da Alelo.

Onde o preço é mais alto

De acordo com o ranking do levantamento, São Luís (MA) é a cidade com a refeição fora de casa mais cara do Brasil, com custo médio R$ 36,21. Em seguida, estão São Vicente (litoral sul de SP), com R$ 34,91, e Rio de Janeiro (RJ), com R$ 32,78.

Neste ranking, o Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 aponta outra curiosidade. A cidade de São Vicente (SP), até então não contemplada por não apresentar número de estabelecimentos suficientes para participação da pesquisa, não apenas mostrou grande aumento no número de estabelecimentos, como também se classificou como a segunda mais cara do país, refletindo o crescimento do número de habitantes e a chegada de empresas voltadas para o segmento de exploração de petróleo e gás.

Preferência entre categorias de almoço

O Índice Alelo de Preço Médio de Refeição 2012 analisa o custo e a oferta da refeição em quatro diferentes categorias de prato: comercial (também conhecido como “prato feito ou PF), self service, executivo e à la carte. Segundo a pesquisa, 58% dos estabelecimentos oferecem o sistema de refeição self service, queda de seis pontos percentuais frente à edição de 2011. O tradicional prato comercial subiu sete pontos e o executivo, cinco pontos percentuais.

“O trabalhador brasileiro conta com oportunidades crescentes no mercado formal, melhores remunerações e acesso a mais benefícios. Com a ampliação do poder de consumo, está migrando e experimentando outros sistemas de refeição. Quem antes se alimentava apenas com o tradicional prato comercial hoje adota as opções self service ou até mesmo à la carte”, comenta Varela. Para o executivo, o aumento da oferta dos sistemas de refeição comercial e executivo são resultados de uma possível adequação dos estabelecimentos a essa mudança de comportamento.

Sobre a pesquisa

Mais informações estão disponíveis no site www.pesquisaprecomedio.com.br.


*Datafolha pesquisou estabelecimentos que aceitam o cartão refeição com a bandeira Visa Vale.

Sobre a Alelo - Companhia brasileira com portfólio de soluções simples e completas, de cartões-benefício para empresas de todos os tamanhos a cartões pré-pagos para consumidores em todo o país. Fundada em 2003, a Alelo atua na vanguarda da gestão de cartões-benefício no Brasil. A companhia administra os cartões refeição, alimentação, natal alimentação e combustível com a bandeira Visa Vale, além de prestar o serviço de gestão de vale-transporte e oferecer o pré-pago para viagens internacionais MoneyCard (dólar, euro e libra).

Como reconhecimento por sua busca constante pela excelência, a Alelo já conquistou diversos prêmios no Brasil e no exterior, como “Melhor Cartão Pré-Pago Corporativo do Mundo” pelo Paybefore Awards (2008), “Melhor Empresa no Segmento Refeição Convênio” pela editora Gestão & RH (2008 a 2011), “Melhor Empresa em Serviços Especializados” pela IstoÉ Dinheiro (2009) e “Prêmio Fornecedores de Confiança 2011” pela Editora Segmento/Melhor Gestão de Pessoas.

Conheça mais em www.alelo.com.br

Curso online de Avaliação Nutricional

Sírio-Libanês assume gestão de hospital e ambulatório estadual em SP


Acordo entre a Secretaria de Estado da Saúde e o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês foi oficializado nesta 6ª
A Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo oficializou nesta sexta-feira, 27 de janeiro, acordo com o Instituto de Responsabilidade Social Sírio-Libanês, para gestão do Hospital Geral do Grajaú e do AME (Ambulatório Médico de Especialidades) Interlagos, ambos na zona sul da capital.
Os dois serviços estaduais atendem, pelo SUS (Sistema Único de Saúde), a uma população de mais de dois milhões de habitantes que moram entre os bairros Capela do Socorro e Parelheiros. É a primeira vez que o Sírio passa a administrar unidades públicas estaduais de saúde, sob o modelo de OSS (Organização Social de Saúde) implantado desde 1998 pelo governo paulista.
Com contrato para os próximos cinco anos, o Sírio deverá receber mais de R$ 600 milhões da Secretaria para administrar o hospital e o AME. Para 2012 o orçamento do hospital do Grajaú cresceu 16,7%, passando de R$ 89 milhões para R$ 103,8 milhões. O AME teve seu orçamento reajustado em 11,5%, passando de R$ 10,4 milhões para R$ 11,6 milhões em 2012.
No Hospital Geral Grajaú, referência em maternidade de alto risco e de atendimento de média complexidade, o contrato prevê 14.496 internações e 288 mil atendimentos de urgência no primeiro ano. Além disso, a OSS deve garantir a realização de pelo menos 1.200 exames de ultrassonografia ainda em 2012. Os contratos são flexíveis e ajustados conforme a demanda. O hospital tem atualmente 246 leitos operacionais e 1.245 funcionários.
Já no AME Interlagos, referência ambulatorial na região, o contrato prevê a realização de 102.960 atendimentos ambulatoriais por ano entre as 20 especialidades médicas que a unidade oferece, 50.088 atendimentos não médicos, 1.620 cirurgias ambulatoriais e 6.576 diagnósticos em radiologia, endoscopia e especialidades.
Segundo a diretora geral do Hospital Geral do Grajaú e do AME Interlagos, Jocelene Batista Pereira, este tipo de parceria com OSS permite utilizar recursos do Estado para melhorar a assistência em saúde aos usuários do SUS, com gestão eficiente e ágil.
“Queremos aprimorar ainda mais essa gestão, conseguindo manter o custo previsto no orçamento mas mantendo um padrão de excelência e qualidade ao atendimento médico prestado à população. Pretendemos também ampliar a área de ensino e pesquisas na unidade”, diz a diretora.
A expectativa é que, durante a vigência do contrato de gestão, a Secretaria amplie do número de cirurgias realizadas pelo AME e promova a implantação de um hospital-dia para prestar atendimento e assistência aos pacientes que serão submetidos a procedimentos terapêuticos, pequenas cirurgias e aqueles que necessitam de observação de até 12 horas.
O modelo de hospital-dia visa proporcionar melhor gestão dos leitos de internação clínica e cirúrgica, possibilitando ampliar o atendimento, além de permitir ao paciente permanecer mais tempo com a família.
Em relação ao Hospital Geral do Grajaú, a prioridade é rever os fluxos do pronto-socorro e a estrutura física para melhor atender aos pacientes, em parceria e integração com os demais serviços de saúde existentes na região. Gradativamente unidade deverá se tornar referência em atendimentos especializados em neurotraumas, incluindo a realização de neurocirurgias.
“O SUS paulista ganha dois equipamentos públicos de saúde com a grife do Sírio Libanês, um hospital reconhecido pela excelência e qualidade de seu corpo clínico e administrativo”,afirma Giovanni Guido Cerri, secretário de Estado da Saúde.
Organizações Sociais de Saúde
Atualmente 37 hospitais, 38 ambulatórios, 1 centro de referência, duas farmácias e três laboratórios de análises clínicas do Estado são administrados por Organizações Sociais de Saúde. Os novos hospitais, inaugurados desde 1998, colocaram a serviço do SUS cerca de 6.000 novos leitos no Estado de São Paulo.
O contrato de gestão com as OSS define as metas assistenciais de saúde que o hospital deverá atingir, seja de quantidade ou qualidade.
O Estado tem a responsabilidade da manutenção financeira desses hospitais e controla onde e como é investido o dinheiro público.
Mensalmente o governo paulista recebe um relatório com a prestação de contas das OSS, contendo a discriminação dos gastos e do atendimento realizado. O documento é encaminhado, posteriormente, ao Tribunal de Contas do Estado e a uma comissão composta por dois representantes do Conselho Estadual de Saúde, outros dois da Comissão de Saúde da Assembléia Legislativa e por técnicos indicados pela Secretaria, garantindo a transparência do processo.
As Organizações Sociais de Saúde paulistas inspiraram modelos similares adotados por estados como Rio de Janeiro e Bahia, além de municípios como São José dos Campos, Guarulhos e a capital paulista.


Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo


Curso online de Auditoria em Enfermagem