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quinta-feira, 11 de abril de 2013

JONAS BAKER e MILENA CASTRO APRESENTAM BOSSA NO VARANDA COPAN

























O projeto Bossa Nova Tupiniquim estreia dia 17/4 no restaurante VARANDA COPAN localizado 
embaixo do edifício "Copan" cartão postal de São Paulo.

A noite paulista ganha agora o melhor da BOSSA NOVA interpretada pelos cantores MILENA CASTRO e JONAS BAKER.

O local é muito bem frequentado por executivos e moradores do centro da cidade e já conta com música ao vivo no estilo MPB durante a semana. Agora com a introdução da Bossa Nova, pretendemos levar música de bom gosto para um público selecionado, atraindo os turistas que vem a São Paulo para as feiras de eventos e negócios internacionais.” Declarou Claudionor Costa, diretor executivo da Tupiniquim Entertainment. A empresa é responsável pelo intercâmbio cultural Brasil – Japão com experiência em todos os tramites de relacionamento internacional concernente à documentação e contratos relacionados ao show business.


SERVIÇO:
BOSSA NOVA TUPINIQUIM
DIA 17/04 a partir das 20hs
Local: VARANDA RESTAURANTE & LOUGE COPAN
AV. IPIRANGA, 200 – PÇA DA REPÚBLICA – SP
INFORMAÇÕES: 3120-4442

terça-feira, 2 de abril de 2013

NOTÍCIAS DA PRESIDENTE - 03 DE ABRIL 2013

Dilma afirma compromisso de construir 6 mil creches até o final de 2014
A presidenta Dilma Rousseff afirmou nesta segunda-feira (1), no programa de rádio  Café com a Presidenta, que o governo tem o compromisso de construir 6 mil creches até o final de 2014. Segundo Dilma, desde o início do governo, já são 3.180 creches em obras ou já concluídas. Dessas 3.180, 612 estão prontas e 2.568 já estão em obras, além de 2.217 creches contratadas.
Recadastramento das Escolas do Programa Mais Educação vai até 30 de abril
As 32 mil escolas que participam do Programa Mais Educação têm prazo até 30 de abril para realizar o recadastramento via internet na página do Sistema de Informações Integradas de Planejamento, Orçamento e Finanças (Simec) do Ministério da Educação (www.simec.mec.gov.br). Sem o novo cadastramento, as escolas deixarão de receber recursos financeiros e material didático de apoio para a educação integral.
Governo Federal reajusta valores de bolsas de pós-graduação
As bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado ofertadas pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) terão reajuste de cerca de 10% sobre o valor atual. O pagamento com os novos valores será feito a partir de maio.
Bolsa Família: prazo para registro de dados de acompanhamento da frequência escolar termina em 30 de abril
O monitoramento escolar de beneficiários do Programa Bolsa Família deverá ser registrado no sistema do Ministério da Educação (MEC) até o dia 30 de abril. São 17,4 milhões de crianças e jovens na faixa etária dos 6 aos 18 anos. Este primeiro acompanhamento do ano se refere à presença nas salas de aula em fevereiro e março. O registro das informações é feito pelas secretarias municipais de Educação, e o monitoramento por gestores do Bolsa Família e equipes de assistência social.


Ministério da Saúde lança cartilha inédita para diagnóstico precoce do autismo


VIVER SEM LIMITE

Ministério da Saúde lança cartilha inédita para diagnóstico precoce do autismo

Documento trará indicadores que orientarão profissionais de saúde do SUS a identificar sinais do transtorno em crianças e iniciar mais cedo o acompanhamento

O Ministério da Saúde lança nesta terça-feira (02), Dia Mundial de Conscientização do Autismo, a Diretriz de Atenção à Reabilitação da Pessoa com Transtornos do Espectro do Autismo (TEA). A diretriz trará pela primeira vez uma tabela com indicadores do desenvolvimento infantil e sinais de alerta para que médicos do Sistema Único de Saúde possam fazer uma identificação precoce do autismo em crianças de até três anos.
"O tratamento precoce do TEA é muito importante no desenvolvimento da criança que possui autismo. Com isso é mais fácil encaminhá-la para os primeiros atendimentos oferecidos pelo Sistema Único de Saúde", destaca o ministro da Saúde, Alexandre Padilha.

Além da tabela, o Ministério irá disponibilizar para os profissionais de saúde instrumentos de uso livre (sem obrigatoriedade do pagamento de direitos autorais) para o rastreamento/triagem de indicadores de desenvolvimento que possam diagnosticar o TEA.

Tratamento - 
Após o diagnóstico do paciente e a comunicação à família, inicia-se a fase do tratamento e da habilitação/reabilitação nos pontos de atenção da Rede de Cuidados à Saúde da Pessoa com Deficiência. O autismo implica em alterações de linguagem e de sociabilidade que afetam diretamente – com maior ou menor intensidade – grande parte dos casos. O paciente também pode sofrer limitação de suas capacidades funcionais e nas interações sociais, o que demanda cuidados específicos e singulares de acompanhamento médico, habilitação e reabilitação ao longo das diferentes fases da vida.

"A forma de tratamento, respeitando a singularidade e a especificidade de cada paciente, é fundamental para êxito do cuidado à pessoa que sofre de autismo. Essas diretrizes estão trazendo essa possibilidade", diz o Secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Magalhães.

É exatamente o grau de intensidade do transtorno que irá definir o tratamento dos pacientes. Aqueles com menor intensidade deverão ser tratados nos Centros Especializados de Reabilitação (CER) do SUS. Hoje existem no País 22 CER em construção, 23 em habilitação e 11 convênios de qualificação para que entidades que já funcionam, passem a funcionar como CER.

Já os pacientes com uma intensidade maior do transtorno serão encaminhados para centros específicos que serão habilitados pelo Ministério da Saúde em todo País.

Os investimentos fazem parte do plano Viver Sem Limites, que apenas ano passado investiu R$ 891 milhões na saúde da pessoa com deficiência. Até 2014 a previsão é que o programa tenha investido R$ 1,4 bilhão em três anos.

A diretriz é resultado do esforço conjunto da sociedade civil e do governo brasileiro. Coordenado pelo Ministério da Saúde, um grupo de pesquisadores e especialistas e várias entidades, elaborou o material, oferecendo orientações relativas ao cuidado à saúde das Pessoas com

Transtornos do Espectro do Autismo, no campo da habilitação/reabilitação na Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência. A diretriz será distribuída em todo Sistema Único de Saúde.

sábado, 26 de janeiro de 2013

COMO APROVEITAR O CARNAVAL COM SAÚDE


ESPECIALISTA DO HOSPITAL E MATERNIDADE DR. CHRISTÓVÃO DA GAMA
DÁ DICAS DE COMO APROVEITAR O CARNAVAL COM SAÚDE


Clínico geral dá boas dicas de alimentação e cuidados para evitar machucados durante a folia

Janeiro 2013 – O Carnaval, maior festa popular brasileira, está chegando e, com isso, os cuidados com o corpo não podem ser deixados de lado. Os foliões devem tomar algumas precauções que podem fazer toda a diferença para aproveitar os dias de folia. Segundo o médico clínico geral, Richard Rosenblat, do Hospital e Maternidade Dr. Christóvão da Gama (HMCG), em Santo André, não existe fórmula secreta, porém vale o bom senso de evitar exageros e seguir algumas dicas.
Alimentar-se bem e sem intervalos muito longos é primordial para antes e durante o Carnaval. Os alimentos de fácil digestão como os carboidratos (arroz, macarrão, pães) são os mais recomendados. As barrinhas de cereais também podem ser uma ótima opção e podem ser levadas para as festas. “Ingerir muito líquido antes, durante e depois da folia também faz parte das recomendações, com preferência à água e sucos”, explica o especialista. Ele ainda ressalta que a bebida alcoólica além de ser ingerida com moderação deve ser alternada com alimentos e líquidos não alcoólicos.
As precauções, porém, vão muito além dos cuidados com a alimentação. Há também a importância do cuidado com o corpo. Os foliões que não estão habituados a atividades exaustivas, devem respeitar os seus próprios limites. Para os pais, vale lembrar que os cuidados com as crianças são os mesmos que para os adultos e recomenda-se deixar que eles tenham um descanso adequado, especialmente nos intervalos entre uma atividade e outra.
De acordo com o especialista, os pés, assim como em qualquer atividade física, são os que mais sofrem com as horas de sacolejos, pois são o maior ponto de impacto com o chão. “O ideal é evitar ficar descalço ou de sandálias. A preferência são calçados leves, confortáveis e fechados para evitar se machucar e antecipar o fim da festa. Uma boa opção é calçar tênis que foram amaciados com o uso”, diz Dr. Richard.

Com boas dicas e muito bom senso, é só aproveitar a alegria contagiante do Carnaval!



Guilherme & Santiago participam do Programa da Tarde na próxima segunda-feira, dia 28



A dupla Guilherme & Santiago, vai participar na próxima segunda-feira, dia 28, do Programa da Tarde, da TV Record. O programa, apresentado por Britto Jr., Ana Hickmann e Ticiane Pinheiro vai ao ar a partir das 14h45.

No palco, a dupla promete agitar o público ao som de “Monalisa” e “Fazer Besteirinha”. Além disso, os sertanejos irão participar de um bate-papo com os apresentadores. “Será muito bom participar do Programa da Tarde com essa plateia maravilhosa e apresentadores muito queridos. Espero que todo mundo curta e dance conosco!”, convida a dupla Guilherme & Santiago.

Vale ressaltar que uma dupla sertaneja formada por irmãos pode ser algo comum no cenário musical brasileiro, mas o entrosamento e a afinidade musical de Guilherme & Santiago são os diferenciais dos irmãos. Esbanjando talento e carisma, consolidaram-se entre os principais artistas sertanejos da atualidade, com grande espaço entre os jovens e aceitação tanto nas festas de peão quanto nas baladas.

O Programa da Tarde será na próxima segunda-feira, dia 28, a partir das 14h45 na TV Record. Não perca!


Sobre Guilherme & Santiago
Uma dupla sertaneja formada por irmãos pode ser algo comum no cenário musical brasileiro, mas o entrosamento e a afinidade musical de Guilherme & Santiago trazem um diferencial para os irmãos goianos. Completando 17 anos de carreira com muitas canções que marcaram sua trajetória, a dupla lança mais um CD e DVD de peso: “Até o fim”, com inéditas, regravações e participações especiais.



segunda-feira, 21 de janeiro de 2013

FAMILIA VITIMA DE DOIS ERROS MÉDICOS COMOVEM INTERNAUTAS DO FACEBOOK

Quando cheguei na casa de Vera, o pai de Kevin, Reginaldo, havia saído com ele para levar a sogra ao mercadinho nas proximidades, pois toda vez que Kevin anda de carro, fica um pouco mais calmo. 

O casal ainda tem um Fiat velhinho que precisa de reparos. É o único modo de levar Kevin ao médico nas crises inesperadas. Reginaldo também usa o carro para ganhar alguns trocados nos dias em que o filho está mais calmo fazendo propaganda volante para alguns comerciantes do bairro. 

 Vera contou que a gestação de Kevin fora normal, o parto foi cesariana e com uma semana de vida ela percebeu que ao mamar Kevin apresentava vermelhidão no corpo. Ao procurar os médicos e fazer os exames foi constatado que Kevin tinha alergia ao leite e teria que consumir somente leite de soja. 

PRIMEIRO POSSÍVEL ERRO MÉDICO:

 Após completar um ano, Kevin teve pneumonia e permaneceu internado durante sete dias no hospital Nipo Brasileiro. No leito, uma enfermeira deu uma mamadeira ao garoto que após dez minutos provocou febre alta, edemas, hemorragia, inchaço, chegando a ficar inconsciente durante dois dias. 

 O convênio brigava com o hospital para liberar os medicamentos necessários para o socorro do garoto e enquanto isso, as horas se passavam sem que Kevin tivesse o tratamento adequado. Após muita briga, o menino foi transferido para um quarto aonde foi submetido aos procedimentos de *broncoaspiração, permanecendo por mais 27 dias internado.

 Conforme os dias se passaram, Kevin não estava mais balbuciando palavras, tampouco comendo sólidos. Após ter alta, Vera notou que o filho não era mais o mesmo e foi aí que começou a jornada que se estende há seis anos. Vera começou a procurar os médicos que ignoravam o assunto dizendo que até os sete anos Kevin "deveria falar". (Esta é uma presunção de médicos com pouca vontade de atender os pacientes. Como alguém pode "presumir" um diagnóstico sem pedir todos os exames necessários. ESTE NÃO É O PRIMEIRO CASO DO QUAL TOMO CONHECIMENTO). 






SEGUNDO POSSÍVEL ERRO MÉDICO:

Tempos depois, Vera notou que Kevin sentia dores, mas como não sabia expressar, falar para a mãe o que sentia, Vera procurou novamente o hospital aonde foi diagnosticado uma hérnia inguinal na virilha direita e os médicos aconselharam a procura de um cirurgião.

Na busca, encontraram a Dra. Maria Salete Mathias que realizou a cirurgia no Hospital Santa Rita, pedindo apenas um exame de hemograma e coagulograma, para a surpresa de Vera, não foi pedido um **exame pré anestésico. Ela ainda tentou detalhar para a doutora a necessidade de um exame deste tipo, mas a mesma retrucou: - A médica aqui sou eu... ( O que uma jovem mãe, inexperiente pode questionar com um profissional da medicina?)

Dias depois, com os exames solicitados, chegou o fatídico dia que se o casal tivesse uma bola de cristal, teria evitado.

No hospital, Vera e Reginaldo prepararam Kevin com a túnica do hospital, quando repentinamente surgiu um enfermeiro e tomou a criança nos braços dizendo que o levaria para o centro cirúrgico. O casal ficou espantado, pois esperava que o filho fosse levado em uma maca.

Reginaldo informou ao enfermeiro que seria necessário cuidados com Kevin, pois tratava-se de uma criança especial que não conseguia falar. O enfermeiro confirmou: - ... mas, ele não sabe nem dizer papai e mamãe?... E o casal confirmou.

Quando Kevin retornou da sala de cirurgia, estava sentado com os pesinhos para trás, com a cabeça inchada e vermelha. Seu corpo estava cheio de furos de agulha. Ele tinha o corte da cirurgia e parecia ter tomado banho. Em vinte minutos a família foi liberada do hospital para casa. Chegando em casa, Kevin começou a se bater, debater, chorar, se jogar no chão, desesperando a família inteira. Imediatamente o casal retornou ao Hospital Santa Rita e disseram que não podiam atendê-lo porque ele já havia saído de lá e tudo havia corrido bem. Vera pediu para falar com a administração do hospital ou os médicos e disseram que ela só poderia ser ouvida uma semana depois.

Saindo de lá, eles procuraram outro hospital em Ermelindo Matarazzo aonde Kevin foi medicado com um calmante, dormiu e quando acordou estava ainda mais violento na auto-agressão. Os médicos do pronto-atendimento do Hospital de Ermelindo Matarazzo acharam muito estranho e disseram que não havia mais nada a se fazer.

Quinze dias depois, Vera retornou ao Hospital Santa Rita junto com Kevin, sua mãe e irmã, para ajudá-la a proteger o garoto de si mesmo e conseguiu falar com o Anestesista Dr. José Aluisio Camara - CRM 13787, presente na cirurgia. Durante a conversa, elas perceberam que o doutor já idoso, parecia não enxergar bem e tinha as mãos trêmulas como quem sofre de Mal de Parkinson. O doutor disse que a cirurgia correu bem e Vera perguntou:

- Por que meu filho veio com o rosto inchado e vermelho?
- Eu vou falar a verdade. Seu filho chorou muito. Disse o médico.
- Mas por que meu filho chorou muito? Ele não estava anestesiado? Vera retrucou.
- Eu fiz o seu filho chorar,como eu fiz o meu filho chorar. Meu filho até hoje não me perdoa e hoje ele toma remédios psiquiátricos e tem problema, mas por minha causa. Respondeu o médico.
- Mas, o que o senhor fez com o seu filho? Vera perguntou. 
O médico calou-se e não quis mais conversar.

Vera, sua irmã, mãe e Kevin saíram do hospital desolados. Em seu coração, havia ainda mais uma dúvida. Kevin estava incomodado, com as partes intimas "alteradas" e não deixava ninguém tocá-lo nas nádegas, nem mesmo a mãe conseguia lavá-lo ou limpá-lo. Vera ficou com o coração apertado sem querer acreditar numa possível ação de abuso sexual ou traumatismo durante a cirurgia. Com o filho sofrendo, se batendo, algo novo para a família, sem atendimento e entendimento necessários, Vera não procurou a delegacia imediatamente, pois não tinha mais certeza de nada. Dias depois, pressionada pela mãe, Vera foi a um posto de saúde e disseram que não poderiam olhar o garoto e não indicaram nenhum encaminhamento. Depois de um tempo conversando com uma amiga enfermeira, ela sugeriu que Vera fosse até uma delegacia. Vera dirigiu-se até o 62º DP e registrou um boletim de ocorrência. Mas os exames no hospital Pérola Byington não puderam ser realizados porque um possível estupro teria perdido os vestígios depois de algum tempo.

A advogada que conseguiu a entrevista no Programa do Datena, tempos depois abandonou o caso e atualmente um outro advogado está retomando o Processo.

Uma forte campanha está sendo desenvolvida por internautas no Facebook para encontrar profissionais empenhados em colaborar com o tratamento de Kevin.








ENTREVISTA:
 



Glossário:

*Broncoaspiração - É a entrada de substâncias estranhas nas vias aéreas inferiores. Pode ocasionar diversos tipos de pneumonia, dependendo da natureza e quantidade do aspirado. Normalmente as etapas da de deglutição servem de barreira contra a bronco aspiração. Respostas do organismo a broncoaspiração: Tosse ou regurgitação na hora. Se não houver essa defesa imediata, poderá ocorrer um caso de aspiração silenciosa que virá a desenvolver: Insuficiência respiratória aguda, seguida de taquipnéia, roncos, cianose e hipotensão. (Fonte: http://enfermaraquara.blogspot.com.br/)

**Exame pré anestésico:

Nova Resolução do CFM: avaliação pré-anestésica passa a ser obrigatória, em consulta médica, antes da realização de qualquer tipo de ato anestésico


O Conselho Federal de Medicina acaba de aprovar a Resolução de nº 1.802/06, de extrema relevância para os pacientes que terão de se submeter a qualquer tipo de ato anestésico. Ela atualiza e moderniza a prática do ato anestésico, além de dispor sobre as condições de segurança obrigatórias desde o pré até o pós-operatório, e também sobre os equipamentos e requisitos mínimos para a realização da anestesia em qualquer hospital ou instituição de saúde do Brasil.

Publicada no Diário Oficial da União em 1º de novembro de 2006, a Resolução 1.802/06 é resultado do trabalho conjunto da Câmara Técnica Conjunta do Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Anestesiologia. Revoga todas as disposições em contrário, em especial a Resolução CFM nº 1.363, publicada em 22 de março de 1993, que até então normatizava o exercício da anestesiologia no Brasil e estava ultrapassada.

Por intermédio da nova regulamentação, o Conselho Federal de Medicina orienta a todos os especialistas a fazer uma avaliação pré-anestésica, em consulta médica, antes da admissão de pacientes para procedimentos eletivos. Também lista os equipamentos básicos para a administração da anestesia e suporte cardiorrespiratório, fármacos, instrumentais e materiais. Torna obrigatório, por exemplo, o oxímetro de pulso e capnógrafo, dois instrumentos essenciais hoje, que não eram contemplados por normativas anteriores.

Leia a resolução completa do CFM abaixo:


RESOLUÇÃO CFM N° 1.802/06

EMENTA: Dispõe sobre a prática do ato anestésico.

O Conselho Federal de Medicina, no uso das atribuições conferidas pela Lei nº 3.268, de 30 de setembro de 1957, regulamentada pelo Decreto nº 44.045, de 19 de julho de 1958, e pela Lei nº 11.000, de 15 de dezembro de 2004, e

CONSIDERANDO que é dever do médico guardar absoluto respeito pela vida humana, não podendo, em nenhuma circunstância, praticar atos que a afetem ou concorram para prejudicá-la;

CONSIDERANDO que o alvo de toda a atenção do médico é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional;

CONSIDERANDO que o médico deve aprimorar e atualizar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso científico em benefício do paciente;

CONSIDERANDO que não é permitido ao médico deixar de ministrar tratamento ou assistência ao paciente, salvo nas condições previstas pelo Código de Ética Médica;

CONSIDERANDO que a Portaria nº 400, de 6 de dezembro de 1977, do Ministério da Saúde, prevê sala de recuperação pós-anestésica para a unidade do centro cirúrgico;

CONSIDERANDO o proposto pela Câmara Técnica Conjunta do Conselho Federal de Medicina, Associação Médica Brasileira e Sociedade Brasileira de Anestesiologia, nomeada pela Portaria CFM nº 62/05;

CONSIDERANDO a necessidade de atualização e modernização da prática do ato anestésico;

CONSIDERANDO, finalmente, o decidido em sessão plenária de 4 de outubro de 2006,

RESOLVE:

Art. 1º Determinar aos médicos anestesiologistas que:
I – Antes da realização de qualquer anestesia, exceto nas situações de urgência, é indispensável conhecer, com a devida antecedência, as condições clínicas do paciente, cabendo ao médico anestesiologista decidir da conveniência ou não da prática do ato anestésico, de modo soberano e intransferível.
a) Para os procedimentos eletivos, recomenda-se que a avaliação pré-anestésica seja realizada em consulta médica antes da admissão na unidade hospitalar;
b) na avaliação pré-anestésica, baseado na condição clínica do paciente e procedimento proposto, o médico anestesiologista solicitará ou não exames complementares e/ou avaliação por outros especialistas;
c) o médico anestesiologista que realizar a avaliação pré-anestésica poderá não ser o mesmo que administrará a anestesia.
II – Para conduzir as anestesias gerais ou regionais com segurança, deve o médico anestesiologista manter vigilância permanente a seu paciente.
III – A documentação mínima dos procedimentos anestésicos deverá incluir obrigatoriamente informações relativas à avaliação e prescrição pré-anestésicas, evolução clínica e tratamento intra e pós-anestésico (ANEXO I).
IV – É ato atentatório à ética médica a realização simultânea de anestesias em pacientes distintos, pelo mesmo profissional.
V - Para a prática da anestesia, deve o médico anestesiologista avaliar previamente as condições de segurança do ambiente, somente praticando o ato anestésico quando asseguradas as condições mínimas para a sua realização.

Art. 2º
 É responsabilidade do diretor técnico da instituição assegurar as condições mínimas para a realização da anestesia com segurança.

Art. 3º Entende-se por condições mínimas de segurança para a prática da anestesia a disponibilidade de:
I – Monitoração da circulação, incluindo a determinação da pressão arterial e dos batimentos cardíacos, e determinação contínua do ritmo cardíaco, incluindo cardioscopia;
II - Monitoração contínua da oxigenação do sangue arterial, incluindo a oximetria de pulso;
III - Monitoração contínua da ventilação, incluindo os teores de gás carbônico exalados nas seguintes situações: anestesia sob via aérea artificial (como intubação traqueal, brônquica ou máscara laríngea) e/ou ventilação artificial e/ou exposição a agentes capazes de desencadear hipertermia maligna.
IV – Equipamentos (ANEXO II), instrumental e materiais (ANEXO III) e fármacos (ANEXO IV) que permitam a realização de qualquer ato anestésico com segurança, bem como a realização de procedimentos de recuperação cardiorrespiratória.

Art. 4º Após a anestesia, o paciente deve ser removido para a sala de recuperação pós-anestésica (SRPA) ou para o/a centro (unidade) de terapia intensiva (CTI), conforme o caso.
§ 1º Enquanto aguarda a remoção, o paciente deverá permanecer no local onde foi realizado o procedimento anestésico, sob a atenção do médico anestesiologista;
§ 2º O médico anestesiologista que realizou o procedimento anestésico deverá acompanhar o transporte do paciente para a SRPA e/ou CTI;
§ 3º A alta da SRPA é de responsabilidade exclusiva do médico anestesiologista;
§ 4º Na SRPA, desde a admissão até o momento da alta, os pacientes permanecerão monitorados quanto:
a) à circulação, incluindo aferição da pressão arterial e dos batimentos cardíacos e determinação contínua do ritmo cardíaco, por meio da cardioscopia;
b) à respiração, incluindo determinação contínua da oxigenação do sangue arterial e oximetria de pulso;
c) ao estado de consciência;
d) à intensidade da dor.

Art. 5º Os anexos e as listas de equipamentos, instrumental, materiais e fármacos que obrigatoriamente devem estar disponíveis no ambiente onde se realiza qualquer anestesia, e que integram esta resolução, serão periodicamente revisados.
Parágrafo único - Itens adicionais estão indicados em situações específicas.

Art. 6° Revogam-se todas as disposições em contrário, em especial a Resolução CFM nº 1.363 publicada em 22 de março de 1993.

Art. 7° Esta resolução entra em vigor na data de sua publicação.


Brasília/DF, 4 de outubro de 2006

EDSON DE OLIVEIRA ANDRADE
Presidente

LÍVIA BARROS GARÇÃO
Secretária-Geral


ANEXOS

ANEXO I - As seguintes fichas fazem parte obrigatória da documentação da anestesia:
1.Ficha de avaliação pré-anestésica, incluindo:
a.Identificação do anestesiologista
b.Identificação do paciente
c.Dados antropométricos
d.Antecedentes pessoais e familiares
e.Exame físico, incluindo avaliação das vias aéreas
f.Diagnóstico cirúrgico e doenças associadas
g.Tratamento (incluindo fármacos de uso atual ou recente)
h.Jejum pré-operatório
i.Resultados dos exames complementares eventualmente solicitados e opinião de outros especialistas, se for o caso
j.Estado físico
k.Prescrição pré-anestésica
l.Consentimento informado específico para a anestesia
2.Ficha de anestesia, incluindo:
a.Identificação do(s) anestesiologista(s) responsável(is) e, se for o caso, registro do momento de transferência de responsabilidade durante o procedimento
b.Identificação do paciente
c.Início e término do procedimento
d.Técnica de anestesia empregada
e.Recursos de monitoração adotados
f.Registro da oxigenação, gás carbônico expirado final (nas situações onde foi utilizado), pressão arterial e freqüência cardíaca a intervalos não superiores a dez minutos
g.Soluções e fármacos administrados (momento de administração, via e dose)
h.Intercorrências e eventos adversos associados ou não à anestesia
3.Ficha de recuperação pós-anestésica, incluindo:
a.Identificação do(s) anestesiologista(s) responsável(is) e, se for o caso, registro do momento de transferência de responsabilidade durante o internamento na sala de recuperação pós-anestésica
b.Identificação do paciente
c.Momentos da admissão e da alta
d.Recursos de monitoração adotados
e.Registro da consciência, pressão arterial, freqüência cardíaca, oxigenação, atividade motora e intensidade da dor a intervalos não superiores a quinze minutos.
f.Soluções e fármacos administrados (momento de administração, via e dose)
g.Intercorrências e eventos adversos associados ou não à anestesia

ANEXO II - Equipamentos básicos para a administração da anestesia e suporte cardiorrespiratório:
1.Em cada sala onde se administra anestesia: secção de fluxo contínuo de gases, sistema respiratório e ventilatório completo e sistema de aspiração.
2.Na unidade onde se administra anestesia: desfibrilador, marca-passo transcutâneo (incluindo gerador e cabo).
3.Recomenda-se a monitoração da temperatura e sistemas para aquecimento de pacientes em anestesiapediátrica e geriátrica, bem como em procedimentos com duração superior a duas horas, nas demais situações.
4.Recomenda-se a adoção de sistemas automáticos de infusão para administração contínua de fármacos vasoativos e anestesia intravenosa contínua.

ANEXO III – Instrumental e materiais:
1.Máscaras faciais
2.Cânulas oronasofaríngeas
3.Máscaras laríngeas
4.Tubos traqueais e conectores
5.Seringas, agulhas e cateteres venosos descartáveis
6.Laringoscópio (cabos e lâminas)
7.Guia para tubo traqueal e pinça condutora
8.Dispositivo para cricotireostomia
9.Seringas, agulhas e cateteres descartáveis específicos para os diversos bloqueios anestésicos neuroaxiais e periféricos

ANEXO IV – Fármacos:
1.Agentes usados em anestesia, incluindo anestésicos locais, hipnoindutores, bloqueadores neuromusculares e seus antagonistas, anestésicos inalatórios e dantroleno sódico, opióides e seus antagonistas, antieméticos, analgésicos não-opióides, corticosteróides, inibidores H2, efedrina/etil-efrina,broncodilatadores, gluconato/cloreto de cálcio.
2.Agentes destinados à ressuscitação cardiopulmonar, incluindo adrenalina, atropina, amiodarona, sulfato de magnésio, dopamina, dobutamina, noradrenalina, bicarbonato de sódio, soluções para hidratação e expansores plasmáticos. 
NEWS.MED.BR, 2006. Nova Resolução do CFM: avaliação pré-anestésica passa a ser obrigatória, em consulta médica, antes da realização de qualquer tipo de ato anestésico. Disponível em: <http://www.news.med.br/p/saude/1900/nova-resolucao-do-cfm-avaliacao-pre-anestesica-passa-a-ser-obrigatoria-em-consulta-medica-antes-da-realizacao-de-qualquer-tipo-de-ato-anestesico.htm>. Acesso em: 21 jan. 2013
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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

GRUPO POSITIVO LANÇA O INSTITUTO POSITIVO



Em meio às comemorações dos 40 anos de história do Grupo Positivo nasce o Instituto Positivo, que potencializará as ações de responsabilidade social das empresas e unidades educacionais
Setembro de 2012 - O Grupo Positivo, organização consolidada nas áreas de ensino, soluções educacionais, gráfica, tecnologia e cultura e entretenimento, lançará oficialmente, no dia 28 de setembro (sexta-feira), o Instituto Positivo (IP), nova frente do Grupo, que nasce como uma contribuição à sociedade que o apoiou direta ou indiretamente nesses últimos 40 anos. O IP surge para fortalecer o terceiro setor brasileiro e também para tornar as empresas do grupo cada vez mais adaptadas a uma nova geração de consumidores, mais conscientes e informados.
Ao longo da trajetória do grupo, muitas iniciativas culminaram na idealização do IP, tais como o projeto de preservação da Mata do Uru, uma área conservada e mantida pelo Grupo Positivo desde 2003 na região da Lapa, no Paraná. A adoção da Mata do Uru foi o embrião do Programa de Desmatamento Evitado (PDE), que se transformou em política pública no estado. O projeto desenvolvido em José de Freitas, que oferece a alunos da educação pública do município piauiense a experiência do ensino digital; a gestão ambiental das fábricas do grupo; e a construção do pavilhão de eventos Expo Renault Barigui sob conceitos ambientais também contribuíram para o nascimento do IP.
O IP será o alicerce de todas as ações ecoeficientes, comunitárias e solidárias que já vêm sendo praticadas pelas empresas do Grupo Positivo. “Trata-se de um compromisso de uma empresa genuinamente brasileira, com a melhoria da comunidade em que atua, por meio da educação. O Instituto Positivo foi criado para tangibilizar os valores do grupo através de iniciativas concretas, ao mesmo tempo em que reforçará os valores e o compromisso da organização em impulsionar o desenvolvimento do país e dialogará com a comunidade, investindo esforços para um futuro mais sustentável e para uma sociedade mais justa”, afirma o diretor do grupo, Hélio Rotenberg.
Serão duas frentes de atuação: investimento social, que atuará junto à educação, mobilização social e meio ambiente, e responsabilidade social. “O Grupo Positivo tem um amplo potencial, que não se limita aos muros da empresa. Além de atuarmos em diferentes frentes de negócios, contamos com profissionais que têm competência para contribuir com as comunidades nas quais atuamos, além de formarmos, diariamente, uma grande quantidade de pessoas com nossos materiais didáticos e em nossas unidades educacionais”, completa a diretora do IP, Eliziane Gorniak.
Investimento social
Investimento em talentos e fortalecimento de esferas participativas da sociedade são os objetivos dos esforços em educação. “Queremos identificar e apoiar alunos com altas habilidades cognitivas, com o objetivo de incluí-los em boas escolas e desenvolver seus talentos potenciais. O Grupo Positivo conta com uma extensa rede de parceiros, com os quais poderemos aliar esforços para contribuir com o desenvolvimento da comunidade”, explica Gorniak. O público-alvo da iniciativa abrange alunos de alta performance da rede pública e estudantes do Colégio Positivo e de escolas conveniadas. Além da identificação de talentos, esse investimento social privado apoiará projetos das escolas conveniadas voltados à educação na comunidade, com o objetivo de impactar positivamente as localidades onde essas escolas estão instaladas. Promover a socialização do conhecimento entre a comunidade e a Universidade Positivo, por meio de ações de extensão comunitária sistematizadas, com o objetivo de impulsionar o aprimoramento pessoal e profissional do acadêmico e o desenvolvimento social de comunidades, também é foco da iniciativa.
Na área de mobilização social, o IP será responsável por manter o Programa Positivo de Voluntariado, estimular a destinação de Imposto de Renda de pessoas físicas e jurídicas a organizações sem fins lucrativos de utilidade pública e organizar campanhas e doações. “O Programa de Voluntariado tem, como principal finalidade, mobilizar e sensibilizar colaboradores para a destinação de tempo e talento, por meio de ações espontâneas, não remuneradas e sistematizadas. Assim, será possível impulsionar o desenvolvimento social e profissional de colaboradores ao mesmo tempo em que beneficia a comunidade”, detalha a diretora. Em meio ambiente, colaboradores e alunos do Grupo Positivo serão motivados a realizar atividades que os sensibilize para o consumo consciente e a destinação correta de resíduos, por exemplo.
Responsabilidade social
Estão definidas também as atividades de responsabilidade social do Grupo Positivo. Entre elas, a implantação, até o fim de 2013, do Sistema de Gestão Ambiental nas unidades do Grupo Positivo, para garantir o cumprimento legal na área ambiental e realizar um monitoramento contínuo dos impactos gerados pelas empresas. “Teremos uma ferramenta de gestão de responsabilidade social e prestaremos contas a respeito da atuação do grupo e de suas práticas de sustentabilidade”, informa Rotenberg. No que se refere a fornecedores, ampliar a relação de confiança, segundo a diretora, os incentivará a adotar práticas sustentáveis em seus negócios. “Dessa maneira eles passarão a influenciar suas cadeias produtivas, criando redes de relacionamento cada vez mais positivas e benéficas para o mercado e para a sociedade”, pontua.
Além de oferecer suporte a todas essas ações, a criação do IP representa também o ato de crescer e evoluir economicamente, ao mesmo tempo em que a sociedade e o meio ambiente recebam amplos benefícios. “A sustentabilidade é um desafio que há muito foi inserido em nossa gestão, decisão e processos. O que buscamos com o IP é intensificar todas essas atividades que já realizamos, além de avançar em novos programas que priorizem e continuem a agregar valores como o respeito, a cooperação, a atitude, o diálogo, a diversidade, a mobilização social, o desenvolvimento local e seu impacto na comunidade e, sobretudo, a ética. Sabemos que os desafios sociais e educacionais no Brasil são grandes, mas temos consciência do nosso papel na sociedade e que precisamos olhar para o futuro e agir. É com esse compromisso que nasce o Instituto Positivo”, finaliza a diretora.
SOBRE O GRUPO POSITIVO – Fundado, em 1972 na cidade de Curitiba (PR), o Grupo Positivo é a maior corporação do segmento de Educação e Tecnologia no Brasil, conta com mais de 9, 5 mil colaboradores, e atua no Brasil e Estados Unidos, além de países da Ásia, América do Sul, África e Europa. Reúne empresas líderes nacionais nos três segmentos em que atuam: educacional, gráfico-editorial e informática. Na área educacional, atende em sala de aula quase 10 milhões de alunos desde a Educação Infantil à Educação Superior com seus produtos e serviços educacionais. Conta com escolas próprias e uma universidade, além de uma rede de escolas públicas e privadas conveniadas a seus sistemas de ensino criados a partir de uma metodologia própria criada pelos professores-fundadores do Grupo Positivo. Possui uma editora, que tem no portfólio o Dicionário Aurélio, conta com a maior gráfica da América Latina e se consolida na área tecnológica, com a produção de computadores, softwares e soluções educacionais para o mercado corporativo e de varejo nacional e internacional. Possui cinco portais de Internet com conteúdo educacional adotados por instituições públicas e particulares da Educação Infantil à Educação Superior. (Na internet: www.positivo.com.br).