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terça-feira, 21 de julho de 2020

PROGRAMA CISTERNAS RECEBE MELHORIAS DO MINISTÉRIO DA CIDADANIA



Foi publicada, na última semana (14), uma portaria para tratar dos instrumentos jurídicos necessários para a execução do Programa Cisternas. O texto, assinado pelo ministro Onyx Lorenzoni, traz melhorias para a execução do programa, com o edital de chamada pública e o modelo de contrato de entidades privadas sem fins lucrativos para a implementação das tecnologias sociais.

De acordo com o ministro da Cidadania, a ideia é trazer mais eficiência e clareza aos instrumentos jurídicos, com base na experiência já acumulada na execução do programa.

Uma das inovações da portaria é o pagamento a partir de metas fixas, o que permite que entidades executoras tenham condições de planejar o cronograma de execução, que passa a ser obrigatório. A publicação traz ainda uma definição mais clara do público-alvo, que pode ser composto tanto por famílias beneficiárias como por escolas rurais.

O Programa Nacional de Apoio à Captação de Água de Chuva e outras Tecnologias Sociais, conhecido como Programa Cisternas, tem como objetivo promover o acesso à água para consumo humano e para a produção de alimentos por meio da implementação de tecnologias sociais simples e de baixo custo.

O público do programa é composto por famílias rurais de baixa renda, atingidas pela seca ou pela falta regular de água. Para participar da iniciativa, as famílias devem estar inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do governo federal. 


Fonte: Brasil 61

domingo, 19 de julho de 2020

ESTADOS TEM DIFICULDADES PARA COMPRAR MEDICAMENTOS IMPORTADOS



O presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, afirmou que os estados têm enfrentado dificuldades na compra internacional de produtos de saúde. A alta demanda no mercado nacional desde o início da pandemia fez com que as gestões estaduais buscassem alternativas fora do Brasil, em países que são pioneiros na exportação de insumos de saúde, como China, Índia e nações membras da União Europeia.

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Como um dos principais entraves, Lula destaca a forte concorrência na aquisição de medicamentos e materiais hospitalares.

“A compra internacional de produtos de saúde não é uma constante no Brasil. A pandemia nos levou com tudo para o mercado exterior. Foram tentadas compras na China, compras na Europa, na Índia. Parte delas fracassaram porque havia uma guerra internacional. Parte das compras, por exemplo, tiveram que parar em Miami e o governo dos Estados Unidos solicitou”, pontua.

As compras internacionais são feitas por meio de licitações e são divididas em quatro grupos principais: medicamentos, suprimentos médicos (ex.: álcool, seringa, gases, reagentes), equipamentos de tecnologia médica (ex.:respiradores, raio-x) e produtos de proteção individual (EPIs). Os principais artigos importados pelo Brasil neste momento são os de tecnologia médica e de proteção individual.

Em reunião com o ministro interino da Saúde, Eduardo Pazuello, o presidente do Conass e secretário de Saúde do Maranhão apresentou a dificuldade dos estados. O Governo Federal afirmou que irá trabalhar em conjunto com o Ministério das Relações Exteriores e que já disponibilizou um diplomata para auxiliar a destravar as aquisições feitas de outros países.

“No Maranhão tivemos mais sorte porque boa parte dessas compras que foram feitas no exterior não foram feitas pelo estado, foram doações da rede privada, dos empresários maranhenses. Mas o Rio Grande do Sul, por exemplo, está tentando comprar o kit de intubação que está ausente no país inteiro, no Uruguai”, explica Carlos Lula.
Burocracia

Além da alta demanda de vários países por produtos de saúde, a atual taxa de câmbio e o volume das mercadorias são outros empecilhos das compras internacionais.

Na avaliação da professora de economia da PUC-SP e especialista em conjuntura econômica nacional internacional e globalização, Márcia Flaire Pedroza, a burocracia é mais um fator que dificulta a aquisição de insumos e medicamentos de fora do Brasil. Para Pedroza, deveria haver mais flexibilização da documentação exigida.

“Talvez o Ministério da Saúde podia assumir essas aquisições dos estados, em um grupo único, maior, o que propicia obviamente uma melhor negociação. Também o Itamaraty precisaria atuar junto às Câmaras de Comércio Internacional para facilitar o acompanhamento dessas compras e tentar reduzir, nessas negociações, as burocracias existentes principalmente referentes às importações”, pontua.

Para a advogada especialista em comércio exterior, Clarita Maia, o receio de alguns países em desabastecimento interno também é um dos limitadores para as importações de produtos de saúde neste momento de pandemia. “O principal desafio é a disponibilização de produtos médicos no mercado internacional. Por exemplo, a China, no início de abril, colocou a restrição de 150 respiradores por operação de exportação.”
Medicamentos

Em meio a reclamações de estados e municípios da falta de medicamentos e insumos, o Ministério da Saúde anunciou três medidas para mitigar o problema. A primeira frente de atuação é uma cotação junto à Organização Pan-Americana de Saúde (OPAS) para compra emergencial no mercado internacional.

Outra ação foi a criação de uma requisição administrativa, que, segundo a pasta, possibilita o atendimento emergencial das demandas de estados e municípios. A terceira medida adotada pelo Ministério da Saúde foi a abertura do processo de pregão via Sistema de Registro de Preços (SRP). A intenção é proporcionar uma economia em escala e possibilitar a adesão de estados e municípios.

Fonte: Brasil 61

sexta-feira, 3 de julho de 2020

Yoga: A neurociência explica os benefícios da prática em crianças





Curso dará aulas teóricas e práticas deste exercício que traz bem estar


A Neurociência explica os impactos da prática de yoga no corpo e mente das crianças. De uma forma simples e divertida há inúmeros benefícios. “Ajuda na concentração, tonicidade muscular, lateralidade e identidade corporal”, explica Fernando Lauria neurocientista e fundador do Instituto Limbios.

A prática da Yoga ativa fortemente o lobo frontal, que é responsável pelas funções executivas do cérebro, como: planejamento, estratégia e raciocínio lógico, o que ajuda a promover a neuroplasticidade e neurogênese.

O exercício tem de ser realizado pela criança de forma prazerosa. “Não há uma idade mínima, desde que os exercícios estejam adequados com o desenvolvimento da criança”, relata Lauria. “O que não pode é forçar ou permitir que tente fazer alguma coisa que não vai conseguir. Não há necessidade de indicação médica”, complementa.

Os efeitos tendem a ser imediatos, dependendo do grau de participação da criança. ...isso pode levar em torno de 2 ou 3 semanas para acontecer. Há movimentos simples que os próprios pais podem começar a aplicar nas crianças, mas é sempre bom procurar orientação profissional.

O Instituto Limbios realizará curso online de forma prática e teórica, nos dias 27 e 28 de julho, das 19h às 21h horas, para os interessados em absorverem um pouco mais os detalhes desta benéfica atividade, com a professora de yoga e pedagoga Lenise Ghiorzi. As aulas serão online pela plataforma Meet.

“Os alunos poderão conhecer de forma teórica os benefícios e ações da yoga no cérebro da criança, bem como aprenderão exercícios que poderão ser feitos na aula e aplicados posteriormente”, finaliza o neurocientista.



Serviço:

Yoga Para crianças – Aulas práticas e teóricas
Professor: Lenise Ghiorzi (Professora de yoga e pedagoga)
Datas: 27 e 28 de julho
Horário: Das 19h às 21h
Valor: R$54,00 (cinquenta e quatro reais)
Forma de pagamento: Cartão ou boleto bancário
Link para inscrição: bit.ly/Limbios_Yoga
Contato: (11) 99930-5510
Site: https://www.limbios.com.br



Mais Sobre o Instituto Límbios

O que é a Neurociência? Trata-se de um campo da biologia que busca responder uma das perguntas mais inquietantes de todas: afinal, como o nosso cérebro funciona?

Para responder a estas e outras questões, bem como visando uma educação humanizada e humanizadora existe o Instituto Limbios de Neurociência e Educação, localizado à avenida Pereira Barreto, 2305 - sala 02 - Santo André/SP, que oferece pós graduação, palestras e workshops com vários temas dentro da neurociência.

Criado por Fernando Lauria que é dentista de formação, mas devido a sua paixão pela área acabou se enveredando por este campo, com especialização em Neurociência Clínica e Educacional e mestrado em Neurociência pela USP, além de desenvolver, projetos de pesquisas de Neurociência, voltado para Educação, na USP.

“Consideramos que nossas emoções, e o controle delas, desempenham papel essencial em todas as funções e decisões de nossa vida, por isso, nosso nome refere-se ao centro regulador das emoções e do processamento da comunicação sócio emocional (sistema Límbico) e às estruturas funcionalmente ligadas ao nosso cérebro (BIO)”, explica Fernando Lauria.

O instituto possui uma variedade de cursos pós-graduação, palestras e workshops, entre eles: palestras para escolas e empresas; cursos livres de neurociência, pós-graduação (Neurociência da Educação e Reabilitação Cognitiva, Neuropsicopedagogia e Musicoterapia em ênfase em Neurociência), Congresso Limbios de Neurociência e Educação (em vários estados do Brasil), além do Espaço Synapses.

“No momento, devido ao isolamento social, estamos trabalhando somente com aulas online”, diz Fernando. “Mas temos no instituo o espaço Synapses, com espaço para aulas, atendimentos e estágios de nossos alunos”, complementa.

Até mesmo a logomarca é pensada na conexão entre o meio interno e externo na formação do ser. O verde representa o crescimento, a renovação e o renascimento. O azul está ligado à nossa produtividade e à prática de elementos essências na sociedade atual: respeito, diversidade, inclusão e responsabilidade social.

Os planos para o futuro são os mais variados. “Desejamos trazer nossos cursos e mais atendimentos para nosso espaço além de lançar a palestra show “Os Tons e Sons da Neurociência” uma palestra envolvendo muita musica e motivação para a busca de uma vida plena”, finaliza.



Serviço:

Instituto Limbios de Neurociência e Educação
Avenida Pereira Barreto, 2305, Sala 02, Santo André /SP
Telefone: 11 99930-5510
Site: https://www.limbios.com.br

domingo, 14 de junho de 2020

Governo permite que multas aplicadas a fornecedores sejam adiadas e parceladas

Empresas que fornecem produtos ou serviços para o Governo Federal e possuem multas a pagar agora vão poder parcelar ou adiar o pagamento. A decisão foi publicada no Diário Oficial em uma Instrução Normativa do Ministério da Economia. O objetivo é diminuir o impacto da crise do novo coronavírus sobre as empresas.

Os fornecedores podem pedir que as multas sejam suspensas e voltem a ser cobradas até 60 dias depois do término do estado de emergência decretado pelo governo federal. O empresário também vai poder optar por parcelar parte ou todo o débito em até 12 parcelas, desde que cada uma delas não seja menor do que R$ 500. O valor das parcelas será corrigido a cada mês de acordo com a taxa Selic. “Antes da publicação desta instrução normativa, não existia a possibilidade de negociar administrativamente as condições de pagamento dessas multas”, explicou em nota Cristiano Heckert, secretário de Gestão do Ministério da Economia.

A advogada especialista em direito administrativo e tributário, Beatriz Sena, explica que a regra não deve causar dano aos cofres públicos, mas que pode ajudar no pagamento de multas que, de outra forma, não seriam pagas.

“Essa medida também pode trazer alguns recursos para os cofres federais, porque condiciona o parcelamento a desistência de recursos administrativos e de ações judiciais nas quais estejam sendo discutidos os débitos. Ou seja, ela permite que se encerre uma discussão muito longa, sobre a necessidade de uma multa, para que a União e fornecedores entrem em acordo e o pagamento seja feito de forma parcelada”, explica.

A norma interna também prevê um afrouxamento de cobranças consideradas pequenas. Renato Fenili, secretário adjunto de Gestão do Ministério da Economia, explica que multas menores do que mil reais vão deixar de ser inscritas na dívida ativa.

“Quando for uma multa menor do que mil reais, não se procede no processo de cobrança imediatamente. Deixa-se registrado esse débito pelo prazo prescricional de 5 anos. Se nesse prazo o mesmo devedor tiver uma nova multa, soma-se essa nova multa com aquelas não prescritas”, explica.

Outra possibilidade firmada pela Instrução Normativa foi a compensação dos débitos a partir de créditos de contratos com o órgão que emitiu a multa. Isso pode ser feito quando uma mesma empresa tem dois contratos com o mesmo órgão do governo. Nesse caso, o valor da multa é descontado do valor que a empresa iria receber pela outra venda.

Em 2019, o governo federal aplicou mais de 10 mil multas em fornecedores, num total de R$ 0,7 bilhão.

De acordo com o Ministério da Economia, o governo paga cerca de R$ 48 bilhões de reais em contratos de bens, serviços e obras. São cerca de 103 mil processos de compra. Quase metade, 47 mil, são feitos com micro e pequenas empresas, representando cerca de R$ 7,5 milhões.
Adiamento de tributos

No mês passado, o governo também decidiu aumentar o prazo de pagamento de impostos de empresas inscritas no Simples Nacional, incluindo Microempreendedores Individuais (MEI). Os tributos com vencimento em maio podem ser pagos até agosto. Aquelas que venciam em junho, passam para outubro. E os impostos com data de vencimento em julho podem ser pagos até dezembro. O prazo para microempresas e empresas de pequeno porte aderirem ao Simples Nacional também foi estendido para 180 dias.




sexta-feira, 22 de maio de 2020

Pacientes hospitalizados no HCor recebem visitas virtuais de familiares


Nesta sexta-feira (22), Dia do Abraço, carinho virtual ajuda a diminuir a distância e minimizar a saudade de casa


Programa de televisitas permite que pacientes em isolamento mantenham contato com pessoas próximas

Pacientes hospitalizados no HCor, na zona sul da capital paulista, passaram a contar com um novo tipo de estratégia para “receber” visitas e aplacar a saudade, durante o período de internação e, por consequência do diagnóstico positivo de Covid-19, o isolamento físico. O programa de televisitas da instituição conecta familiares, amigos e até animais de estimação, diminuindo a distância entre quem está internado e o ambiente familiar.

A iniciativa foi implantada em todos os setores de internação do hospital, de forma permanente, incluindo a Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Com dia e horários marcados, os pacientes podem conversar e até receber abraços virtuais por meio de videoconferências.

Segundo Silvia Cury Ismael, gerente do serviço de Psicologia do HCor, a ação tem grande importância tanto emocionalmente, quanto no quadro clínico do paciente. “É importante ver que sua família está ali, ainda muito perto, e sentir carinho. Além disso, a televisita permite conversas com pessoas queridas, situação que pode impactar de maneira positiva o tratamento do paciente, pois o motiva a lutar pela vida”, explica.

A equipe de psicologia do hospital também oferece suporte e acompanhamento remoto para os familiares de pacientes internados, que precisam lidar com a ansiedade e as emoções ligadas ao distanciamento social, além do próprio diagnóstico do parente próximo. “A psicologia do hospital monitora os familiares, ligando ou mesmo recebendo ligações diárias deles. Quando percebemos que um familiar não está bem, ele é acompanhado de perto”, destaca.

Segundo a especialista, as televisitas surgiram como uma motivação para pacientes, familiares e, inclusive, a equipe multidisciplinar, que atua na linha de frente na assistência. “A ferramenta é muito útil para a retomada do contato, permitindo que a família acompanhe o tratamento do paciente, mesmo sem estar presente fisicamente. Já a equipe consegue sentir as mudanças no humor e oferecer mais conforto a quem está recebendo os cuidados no hospital”, explica.


Sobre o HCor

A instituição iniciou as atividades em 1976, tendo como mantenedora a Associação Beneficente Síria, que completou 100 anos de atividades filantrópicas em 2018. o HCor ganhou projeção mundial no cenário da saúde, tornando-se referência em cardiologia, além de oferecer atendimento de excelência nas áreas de neurologia, oncologia, ortopedia e medicina diagnóstica. Conta com acreditação internacional da Joint Commission Internation (JCI) desde 2006. O Instituto de Pesquisa HCor coordena estudos clínicos multicêntricos nacionais e internacionais. Certificado pela American Heart Association (AHA), o Centro de Ensino capacita e atualiza milhares de profissionais anualmente. Há 10 anos, o HCor é parceiro do Ministério da Saúde no Programa de Apoio ao Desenvolvimento Institucional do Sistema Único de Saúde (PROADI-SUS), colaborando com políticas públicas e iniciativas de aprimoramento para mais de 150 centros médicos de todo país.

domingo, 17 de maio de 2020

HIDROXICLOROQUINA E AZITROMICINA É USADO EM HOSPITAL NO PIAUÍ COM SUCESSO


Protocolo adotado em hospital do Piauí traz melhora clínica a pacientes com Covid-19



Tratamento oferecido no Hospital Regional Tibério Nunes é resultado copia modelo adotado em uma unidade de saúde da Espanha
Um hospital localizado no município piauiense de Floriano, cidade a cerca de 250 quilômetros da capital Teresina, tem chamado a atenção de autoridades de saúde. Isso porque um protocolo de tratamento utilizado em pacientes com a Covid-19 tem se mostrado eficaz no combate à doença.

Dois dias após o aparecimento dos sintomas do novo coronavírus, pacientes do Hospital Regional Tibério Nunes estão recebendo a combinação de hidroxicloroquina e azitromicina durante cinco dias. Caso essas medicações não deem resultados, o paciente recebe remédios à base de corticoide, substância que costuma aparecer em anti-inflamatórios, durante três dias.

Segundo Justino Moreira, diretor clínico da unidade, até mesmo pacientes com um alto grau de dano ao pulmão tiveram melhoras com esse tratamento.

“Quando começamos a usar o corticoide, no dia 2 de maio, os pacientes evoluíram rapidamente. Tiramos o oxigênio deles, demos alta. Teve paciente com 50% e paciente com 75% do pulmão comprometido. Paciente na boca da UTI, e conseguimos frear esse processo. Hoje o paciente está tendo alta.”

O tratamento oferecido no hospital de Floriano chamou a atenção do governo federal. Nesta semana, Damares Alves, ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, foi ao município para conhecer o trabalho da equipe.

No entanto, o uso da hidroxicloroquina, associado ou não com a azitromicina, em pacientes infectados com o novo coronavírus é polêmico. Um estudo feito com cerca de 1,4 mil pacientes de Nova York, divulgado neste mês, apontou que a prescrição desses medicamentos não reduz a letalidade da Covid-19.

O diretor da unidade de ressalta que quando o paciente infectado chega à terceira fase da doença, em que ele deve ser submetido a um respirador, não há muito o que se fazer para reverter o seu quadro clínico.

“Antes a gente não tinha ferramenta para tratar. As pessoas estavam morrendo, só esperando ir para UTI. E não tinha mais jeito. Os que foram para UTI aqui, morreram. Temos que conter a doença antes de chegar lá, na primeira e segunda fase. Na fase três, a gente tem pouca esperança, a mortalidade é muito alta.”

O tratamento oferecido no Hospital Regional Tibério Nunes é fruto de um protocolo clínico da médica piauiense Marina Bucar Barjud, que trabalha no combate à Covid-19 no Hospital HM Puerta del Sur, em Madrid, na Espanha.

O uso conjunto da hidroxicloroquina e azitromicina e de corticoides, na unidade de saúde em Floriano, foi feito apenas em 20 pessoas. Segundo o diretor do hospital, 15 desses pacientes que receberam o tratamento tiveram alta.

Questionada, a Secretaria de Saúde do Piauí não respondeu se iria ampliar o protocolo para outros hospitais do estado.


quarta-feira, 29 de abril de 2020

Alimentação saudável e o poder dos alimentos na prevenção de doenças.


Dr. Paulo Amazonas fala da importância de uma alimentação saudável e o poder dos alimentos na prevenção de doenças.

Com base na medicina preventiva, médico dá dicas de alimentação saudável para crianças, adultos e pessoas do grupo de risco da Covid-19.


Em tempos de Covid-19 onde é necessário reforçar o sistema imunológico e o médico Paulo Amazonas, nome forte no cenário nacional dentre os jovens médicos atuantes em São Paulo na medicina preventiva, reuniu algumas informações sobre a relação de uma alimentação saudável e o poder dos alimentos na prevenção de doenças.

Dr. Paulo amazonas listou uma série de alimentos e práticas importantes no reforço da imunidade para adultos e crianças dando ênfase ainda aos grupos de risco.

Para crianças o médico ressalta a importância do aleitamento materno exclusivo nos primeiros 6 meses de vida e sua continuidade até os 2 anos de idade ou mais, complementando uma dieta rica em frutas, legumes e outras fibras alimentares. A ingestão dessas fibras e nutrientes se fazem necessárias por toda infância e deve se evitar alimento rico em açucares e ultra processados. Aveia, abacate e frutas vermelhas são boas opções para se ter no cardápio infantil.

Para adultos a recomendação alimentar segue no mesmo ritmo, é importante a ingestão de fibras prebióticas como por exemplo a aveia, que além de alimentar as bactérias saudáveis do intestino, equilibra os níveis de açúcar no sangue e ainda aumenta a saciedade. A biomassa de banana verde, rica em inulina, uma fibra que promove o reparo e integridade intestinal e com isso redução de processos inflamatórios, pode ser usada para substituir o trigo. Além disso consumir 1 colher de sopa de chia ao dia, além de regular o apetite, melhora os fatores de risco relacionados à obesidade e tem potencial anticancerígeno.

Dr. Paulo ressalta ainda os cuidados necessários para o grupo de risco: Além de garantir um estado nutricional adequado através uma alimentação baseada em alimentos naturais e sem ultra processamento, o corpo também aumenta sua vida útil com um sono reparador. É importante ter uma rotina que permita dormir 7 a 8 horas de sono por noite, sem interrupções. A prática do exercício físico que promove além do bem- estar mental, o fortalecimento das estruturas essenciais para um corpo saudável.





Dr. Paulo Amazonas, médico é formado pela Universidade Federal do Amazonas (UFAM) residente e com consultórios em São Paulo e Manaus, tem em seu currículo curso de obesidade em Harvard e é pós graduando em nutrologia no Hospital Israelita Albert Eistein. Atua na medicina preventiva através da nutrologia, medicina ortomolecular e longevidade com foco na alimentação equilibrada e modulação intestinal. É um entusiasta e fonte recorrente quando o assunto é a utilização de alimentos na prevenção de doenças da modulação intestinal.

É também idealizador e embaixador da "Síndrome Fúngica: Um mal silencioso. Campanha nacional da conscientização da Síndrome Fúngica".

O médico tem promovido uma série de conversas com especialistas, jornalistas e estudiosos acerca da nutrição, saúde, gastronomia e alimentação. Nesta sexta-feira (1/5) realizará live no instagram tendo como convidada a jornalista, critíca gastronômica e jurada do Top Chefe Brasil, Ailin Aleixo, na qual irão discutir a importância da alimentação e o poder dos alimentos na prevenção de doenças.