Páginas

Assista nossos Programas

quarta-feira, 2 de abril de 2025

Viagem Diplomática de Lula, Tarifas de Trump e a Crise de Aprovação no Brasil


Por: Claudia Souza


    O Brasil se encontra em um momento de encruzilhada política e econômica, com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva prestes a embarcar em uma viagem diplomática à Rússia e à China, enquanto o governo de Donald Trump, nos Estados Unidos, intensifica sua política protecionista com novas tarifas sobre aço e alumínio. Em paralelo, a aprovação de Lula despenca em meio a uma crise econômica marcada por inflação persistente e insatisfação popular. Esses eventos, interligados, desenham um cenário complexo que pode definir o futuro do país tanto no âmbito interno quanto no palco global.

    Uma Agenda Diplomática Estratégica


    Nos próximos dias, Lula iniciará uma série de compromissos internacionais que reforçam a posição do Brasil entre os gigantes eurasianos. Na Rússia, o presidente participará das celebrações do Dia da Vitória, marcando os 80 anos do fim da Segunda Guerra Mundial, em sua primeira visita oficial ao país neste mandato. Já na China, principal parceiro comercial do Brasil, Lula estará presente no Fórum China-CELAC, buscando ampliar a cooperação em áreas como tecnologia, energia e segurança alimentar. A agenda reflete o esforço do governo em fortalecer os laços com os BRICS – bloco formado por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul – como contraponto ao crescente protecionismo ocidental.

    A viagem também carrega um tom multilateral. Além dos encontros bilaterais, Lula participará de fóruns que reúnem líderes latino-americanos e caribenhos, reafirmando o compromisso brasileiro com a integração regional e a multipolaridade. Para analistas, essas movimentações são uma tentativa de posicionar o Brasil como protagonista em um mundo em transformação, mas o sucesso dependerá da capacidade de traduzir esses esforços em benefícios concretos para a economia nacional.

    Tarifas de Trump Sacudem o Comércio Global

    Enquanto Lula busca parcerias no leste, os Estados Unidos, sob a liderança de Donald Trump, adotam uma postura oposta. A recente imposição de tarifas adicionais de 34% sobre o aço e 20% sobre o alumínio importados eleva a taxação efetiva a 54% para o aço, intensificando a política de "tarifas recíprocas" defendida por Washington. A medida, justificada como proteção à indústria americana, já provoca reações em cadeia no mercado global.

    Para o Brasil, os impactos serão de 10% sobre todos os produtos importados pelos EUA. O aumento dos custos de insumos pode encarecer produtos como automóveis e eletrodomésticos, afetando a competitividade das exportações e pressionando ainda mais a inflação interna. Especialistas alertam que, em um cenário de volatilidade comercial, o país precisará buscar alternativas para manter sua posição no mercado internacional, possivelmente intensificando acordos com parceiros como a China.

    A Queda na Popularidade de Lula


    No front interno, o governo enfrenta uma crise de confiança. Pesquisas recentes, como as da CNT/MDA e Genial/Quaest, mostram que a aprovação de Lula caiu para 41%, enquanto a desaprovação atingiu 56% – números inéditos em seus três mandatos. A inflação alta, que corroeu o poder de compra com o aumento dos preços de alimentos e combustíveis, é apontada como principal vilã desse declínio.
A percepção de que o governo não tem conseguido conter a crise econômica alimenta a insatisfação. Medidas como a proposta de isenção de imposto de renda para baixa renda e a redução de tarifas de importação são tentativas de resposta, mas ainda não surtiram o efeito desejado. Com as eleições de 2026 no horizonte, a queda na popularidade acende o alerta para o Planalto, que vê a oposição, incluindo figuras como Jair Bolsonaro, capitalizando o descontentamento.

    O Desafio do Equilíbrio

    
    A intersecção entre a agenda externa e os problemas internos coloca Lula diante de um dilema. Críticos argumentam que as viagens diplomáticas desviam o foco de questões urgentes, como a inflação e o desemprego. Já aliados defendem que o fortalecimento das relações com Rússia e China pode atrair investimentos e tecnologia, essenciais para modernizar a economia e mitigar os efeitos das tarifas americanas.

    O sucesso dessa estratégia dependerá de uma articulação eficaz. Acordos internacionais precisam se traduzir em resultados palpáveis – como geração de empregos e redução de custos – para reconquistar a confiança da população. Ao mesmo tempo, o governo terá de enfrentar os impactos das políticas de Trump com medidas que protejam a indústria nacional sem sacrificar o consumidor.
    

    Perspectivas para o Futuro


    Os próximos meses serão cruciais. A viagem de Lula pode abrir portas para novos mercados e parcerias, mas o verdadeiro teste estará em alinhar esses ganhos com políticas internas que estabilizem a economia e restaurem a credibilidade do governo. Em um mundo marcado por tensões comerciais e incertezas, o Brasil precisa encontrar um caminho que concilie seu protagonismo global com as demandas de seus cidadãos.

    A conjuntura atual é um divisor de águas. Se bem-sucedido, Lula poderá transformar desafios em oportunidades, consolidando o Brasil como um ator relevante no cenário internacional enquanto enfrenta a crise doméstica. Caso contrário, o risco é de aprofundar a polarização política e econômica, com consequências que ecoarão até as urnas de 2026. O equilíbrio entre diplomacia e gestão interna será, mais do que nunca, a chave para o futuro do país.




***


QUER GANHAR DESCONTOS NA SUA COMPRA NA TEMU?

Presente especial para os nossos leitores!


⭐️Clique no link https://temu.to/k/u6xml428nc2 para receber 💰R$300 pack de cupons ou ⭐️ busque acv608898 no aplicativo da Temu para receber 💰30% de desconto!
Ganhe 💰R$300 diretamente no aplicativo da Temu, aqui: https://app.temu.com/m/muv5bvn58tn
Mais uma surpresa para você!
Clique em https://temu.to/k/u0mts0ob996 ou pesquise inb028097 para ganhar juntos comigo🤝!

sábado, 29 de março de 2025

Lula defende multilateralismo e protagonismo do Brasil no comércio global



    Lula reforça papel do Brasil no comércio global e defende multilateralismo em visita à Ásia
Presidente destaca acordos estratégicos e aposta no livre-comércio para impulsionar economia brasileira

    Em sua passagem pelo Vietnã antes de retornar ao Brasil, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva reafirmou a importância da presença ativa do país no cenário internacional, defendendo o multilateralismo, o livre-comércio e a necessidade de o Brasil "vender" suas qualidades ao mundo. A viagem, que incluiu escalas no Japão e no Vietnã, resultou em acordos estratégicos e reforçou o compromisso brasileiro com uma inserção global mais robusta e independente.

    “Quem tem que vender as coisas do Brasil é o Brasil”, afirmou Lula em coletiva de imprensa em Hanói. A frase sintetiza a postura do governo, que busca consolidar o país como um ator relevante nas discussões geopolíticas e econômicas. Entre os acordos firmados, destacam-se a venda de 15 jatos da Embraer para a All Nippon Airways (ANA) e a abertura do mercado vietnamita para a carne brasileira, movimentações que reforçam o papel do Brasil como um exportador de produtos de alto valor agregado e ampliam sua presença em mercados estratégicos.
 

Multilateralismo e Livre-Comércio: Oposição ao Protecionismo


    A fala do presidente também reforçou uma postura crítica ao protecionismo econômico, defendendo que o Brasil deve apostar no livre-comércio e no fortalecimento de relações diplomáticas que gerem benefícios concretos. “Não há nada melhor para um país como o Brasil do que apostar no multilateralismo. Somos favoráveis ao livre-comércio, não queremos protecionismo”, afirmou Lula.

    O posicionamento vem em um momento de desafios globais, nos quais blocos econômicos como União Europeia e Estados Unidos têm adotado medidas protecionistas que impactam mercados emergentes. Ao enfatizar o multilateralismo, Lula sinaliza a disposição do Brasil de se engajar em novas parcerias, ampliando a atuação em mercados como o asiático e fortalecendo o papel do Mercosul.

    No caso do Vietnã, o presidente destacou a importância de avançar com um acordo comercial entre o país asiático e o bloco sul-americano. Além de ampliar oportunidades de exportação para empresas brasileiras, essa aproximação fortaleceria o Brasil como um elo entre o Sudeste Asiático e a América do Sul, abrindo portas para investimentos e cooperação tecnológica.
    

Brasil como protagonista na agenda ambiental global


    Outro ponto central da coletiva foi a preparação para a Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima (COP30), que ocorrerá em Belém, no coração da Amazônia. Lula destacou a necessidade de financiamento por parte dos países ricos para garantir a preservação da floresta, ressaltando que a reunião será uma oportunidade para que o mundo conheça a realidade amazônica.

    “A gente quer mostrar a Amazônia do jeito que é, para as pessoas compreenderem que, para manter a floresta em pé, é preciso financiamento dos países ricos que já depredaram e degradaram o mundo”, declarou o presidente, reforçando que o Brasil assumiu compromissos concretos para zerar o desmatamento até 2030 e investir na transição energética.

    A realização da COP30 no Brasil coloca o país em uma posição de liderança na agenda ambiental global. A meta de desmatamento zero, aliada à transição para energias renováveis, fortalece o discurso de Lula contra o negacionismo climático e em defesa de uma governança global mais eficiente para enfrentar as mudanças climáticas.
Conclusão: Brasil busca papel mais ativo no cenário internacional

    A viagem à Ásia reforça a estratégia do governo Lula de ampliar a presença do Brasil no comércio internacional, consolidando novas parcerias e impulsionando setores estratégicos da economia. A aposta no multilateralismo e no livre-comércio marca um afastamento de políticas isolacionistas e protecionistas, posicionando o país como um ator global disposto a negociar de forma independente e pragmática.

    Ao trazer para o centro do debate temas como a reforma da governança global, a transição energética e a ampliação de mercados para produtos brasileiros, Lula busca projetar um Brasil mais influente e conectado com os grandes desafios do século XXI. O desafio agora será transformar esses acordos e discursos em resultados concretos para a economia e a diplomacia do país.


***
Boné Che Guevara



***
Boné Bolsonaro

sexta-feira, 21 de março de 2025

ACEMPRO anuncia que todos os seus cemitérios agora são Pet Friendly



Associação de Cemitérios Protestantes adota política inclusiva e permite a presença de animais de estimação em todas as suas unidades.

Na semana em que é celebrado o Dia Nacional dos Animais (14 de março), a ACEMPRO (Associação de Cemitérios Protestantes) anuncia uma iniciativa transformadora: todas as suas 5 unidades passam a ser, oficialmente, pet friendly. A medida, que reconhece o papel dos animais de estimação como membros das famílias, ajuda a reforçar o compromisso da instituição em proporcionar um ambiente cada vez mais acolhedor e de respeito.

Desse modo, os visitantes poderão levar seus animais de estimação para passeios nos cemitérios da ACEMPRO, fortalecendo os laços afetivos entre tutores e pets em momentos de contemplação e homenagem. Além disso, e ainda mais importante, a nova política permite que os animais estejam presentes em despedidas e cerimônias, garantindo que aqueles que perderam um ente querido possam contar com o consolo de seus companheiros fiéis.

“O luto é um momento delicado, e nós sabemos o quanto a presença de um animal pode ser reconfortante. Com essa iniciativa, queremos garantir que nossos cemitérios sejam espaços de acolhimento não apenas para as pessoas, mas também para seus animais, seus companheiros de quatro patas, que fazem parte das famílias e das histórias de cada um”, compartilha Fraz Kurtz, presidente da ACEMPRO.

A decisão conversa com uma tendência global de maior inclusão de animais em espaços tradicionalmente restritos a humanos e reflete o esforço da missão da ACEMPRO de oferecer não apenas serviços, mas também ambientes que atendam às necessidades emocionais das famílias. Com isso, a associação espera proporcionar mais conforto e bem-estar aos visitantes, além de promover um olhar mais sensível sobre o papel dos animais na vida das pessoas.

SOBRE A ACEMPRO


A Associação Cemitério dos Protestantes - ACEMPRO foi fundada em 1844 por luteranos de origem alemã e posteriormente contou com importante colaboração de anglicanos e presbiterianos. ​Apesar da denominação “Protestantes”, a ACEMPRO sempre manteve um caráter ecumênico e um tratamento igualitário a todos os seus associados. Mesmo após 180 anos, a ACEMPRO continua investindo e inovando na forma de administrar cemitérios com respeito, qualidade e o conforto que os familiares de nossos entes que partiram merecem, sendo atualmente uma referência internacional para construção e administração de novas necrópoles.



domingo, 9 de fevereiro de 2025

COMEÇA A VACINAÇÃO CONTRA A FEBRE AMARELA

  



Secretaria de Estado da Saúde solicitou 6 milhões de doses para distribuir aos 645 municípios

A Secretaria de Estado da Saúde (SES) está reforçando a distribuição da vacina contra a febre amarela em todo o território paulista, após registro de casos da doença em humanos e em primatas não humanos. A Pasta está em tratativas com o Ministério da Saúde para receber 6 milhões de doses do imunizante, para atender à população não vacinada, incluindo a região metropolitana, após a confirmação de mais um caso em primata, em fragmento de mata, em Osasco.

“A vacinação é a principal forma de prevenção, por isso, estamos adotando medidas junto aos municípios e, também, iniciando uma campanha de conscientização para que a população não vacinada procure uma unidade de saúde e receba o imunizante”, reforçou Regiane de Paula, coordenadora em Saúde da Coordenadoria de Controle de Doenças (CCD/SES).

O órgão federal enviou 300 mil doses do imunizante nesta semana para São Paulo e informou que, até a próxima semana, enviará mais um milhão de doses. Até esta quinta-feira (30/1), o Instituto Adolfo Lutz confirmou oito casos em humanos por febre amarela, sendo um importado de Minas Gerais. Em todos os casos, o paciente não havia tomado a vacina da febre amarela.

O Estado confirmou, ainda, 25 casos de febre amarela em primatas não humanos, sendo 20 em Ribeirão Preto, um em Pinhalzinho, um em Socorro, um em Colina, um em Campinas e um em Osasco.

Desde 2020, o Ministério da Saúde recomenda a vacinação contra a febre amarela para crianças menores de 5 anos de idade em duas doses: a primeira aos 9 meses e a segunda aos 4 anos. Para pessoas a partir de 5 anos, a vacina é dose única.

A meta é atingir 95% de cobertura vacinal – atualmente, a cobertura do Estado é de 80%.

Casos

Dos oito casos de pacientes confirmados, quatro possuem como local provável de infecção Socorro, dois em Joanópolis, um em Tuiuti, e o caso importado, o local de infecção foi em Itapeva, Minas Gerais. Dos sete casos autóctones do Estado, foram registrados quatro óbitos.

A vacina contra a febre amarela integra o calendário de vacinação e está disponível em todas as Unidades Básicas de Saúde (UBS) do Estado. A conscientização da população sobre a importância da imunização de rotina é uma medida essencial para prevenir casos graves e proteger a saúde.

A SES ressalta que as ações de vigilância em saúde também foram intensificadas. No Brasil, não há registro da febre amarela urbana desde 1942. Atualmente, a infecção da doença se dá por meio de mosquitos silvestres que vivem em zonas de mata.

No ano passado, foram registrados dois casos humanos de febre amarela no estado de São Paulo: um autóctone e outro importado, que resultou em óbito.

Os sintomas iniciais da febre amarela são:Início súbito de febre;
Calafrios;
Dor de cabeça intensa;
Dores nas costas;
Dores no corpo em geral;
Náuseas e vômitos;
Fadiga;
Fraqueza.

A SES destaca que os macacos não transmitem a doença, já que a transmissão do vírus se dá pela picada de mosquito silvestre infectado. Caso alguém identifique macacos mortos na região onde vive ou está, deve informar imediatamente às autoridades sanitárias do município, de preferência, diretamente para a vigilância ou controle de zoonoses.


***
Publicidade:


sábado, 1 de fevereiro de 2025

As Eleições das Mesas do Congresso e o Semipresidencialismo




Na política há um jargão que diz: “os melhores políticos são aqueles que sentem o cheiro do vento”. Gostem ou não, o ex-presidente Michel Temer é um dos maiores exemplos da aplicabilidade prática deste ditado. E a última demonstração desta habilidade se deu recentemente, em evento do LIDE, ao afirmar que o “Brasil precisa estudar a implementação de um sistema semipresidencialista”. Tal afirmação ganha tons de atualidade quando lembramos que o Congresso Brasileiro detém o recorde mundial de “controle” orçamentário, em virtude das emendas parlamentares, tema amplamente discutido nos últimos meses. Mas o cheiro do vento sentido pelo ex-presidente não está só nesse ponto. A atualidade da afirmação está na proximidade das eleições para as mesas do Congresso e a consequente reforma ministerial que desta decorrerá. E para a compreensão da importância da afirmação, faz-se necessário entender o que é semipresidencialismo. O semipresidencialismo é o sistema onde há um chefe de estado eleito pelo voto direto da população – o Presidente da República-, e um chefe de governo eleito entre os parlamentares que compõe aquela legislatura – o primeiro-ministro. Ou seja, no semipresidencialismo a gestão do dia a dia é feita pelo primeiro-ministro, enquanto as políticas macro são pensadas pelo presidente.

Comumente, nos países onde este é adotado, há afinidade entre ambos, sob pena do Presidente ficar refém do Primeiro-Ministro, ao ver suas ideias e escolhas não terem implementação prática. E por incrível que pareça, Temer aposta nesta dinâmica como forma de realocar as forças políticas e por freio na sobreposição atual do parlamento. Mais do que isso: aposta na sede de poder dos líderes do parlamento como a sua principal fraqueza. Primeiro porque a indicação do primeiro-ministro depende da capacidade de composição da corrente vencedora com outros grupos e espectros políticos, para que desta soma seja alcançado o número mínimo para a formação da corrente majoritária. No Brasil, olhando de forma simples, esse papel caberia ao centrão. E isso forçaria essa corrente, na sua maioria fisiológica e pragmática, a assumir algo até então distante: Responsabilidade.

Nos moldes atuais, estes controlam a indicação de parcela considerável do orçamento, sem que tenham qualquer obrigação legal quanto a isso, em um nítido “galanteio com o chapéu alheio”. E nesta perspectiva, parlamentares detêm grande parcela de poder sem qualquer exposição, sem qualquer apego a transparência e, principalmente, com grande liberdade de atuação (como exemplo: não são poucos os parlamentares que destinam recursos a outros Estados da Federação, renunciando à atuação política na sua base eleitoral em prol de algo “estranho”).

Obviamente, diante de um sistema de governo onde as responsabilidades são divididas, estes parlamentares de atuação mais obscura teriam que assumir o peso os próprios atos, e arcar com as consequências disto, pois seriam legalmente cogestores do país. Ademais, como dito, a escolha do Primeiro-Ministro e a composição do seu gabinete, dependem da composição das forças do Congresso, no sentido de formar uma maioria. E no atual cenário de polarização e extremos, a corrente com maior capacidade de aglutinação é o centrão. Como efeito disso, surgem duas possibilidades:

- o presidente da República usa o pragmatismo e a sede por cargos e orçamentos do centrão fisiológico como forma de “convencê-los” a apoiar um candidato mais alinhado ao Poder Executivo (até meados da década passada as eleições no Congresso funcionavam assim). Neste caso as forças de poder seriam realocadas, e o Poder Executivo voltaria a se sobrepor ao legislativo;

- o legislativo assume o peso das suas responsabilidades, através da formação de uma colisão mais programática, de forma a contribuir efetivamente com os rumos do país, em detrimento as disputas personalistas, baseadas em uma mera busca pelas benesses dos espaços públicos, e não em uma luta pela implementação de propostas.

A verdade é que a implementação do semipresidencialismo não tiraria forças do centrão, mas o faria refém das suas próprias escolhas. E faria os seus membros entenderem que é mais cômodo ter o Poder Executivo de refém, do que ser refém de si mesmo.

Fonte: Acacio Miranda da Silva Filho - Pós-Doutorado em Direito Público pela Fundacion Las Palmas/Espanha. Pós – Doutorando em Administração Pública e Governo pela Fundação Getúlio Vargas/SP. Pós-Doutor em Democracia e Direitos Humanos/Universidade de Coimbra. Doutor em Direito Constitucional pelo IDP/DF.



***

*Publicidade:


*Preços sujeitos a alteração de acordo com a data e estoque



domingo, 19 de janeiro de 2025

A reprogramação mental é usada por celebridades que desejam prosperar



Especialista explica como funciona a ferramenta e os princípios para cocriar a própria realidade


A reprogramação mental é uma ferramenta usada e testada cientificamente que vem ganhando cada vez mais destaque como promotora de mudanças profundas e duradouras na vida das pessoas. Com o uso de princípios da neurociência, psicologia e física quântica, a técnica permite que indivíduos reformulem padrões de pensamentos negativos, superem crenças limitantes e desbloqueiem novas oportunidades em várias áreas da vida, desde o bem-estar emocional até o sucesso financeiro.

Grandes nomes do mundo dos negócios praticam a técnica para alcançar o sucesso. Celebridades como Tiger Woods, Jack Niklaus e empresários de destaque, como executivos da Coca-Cola e da Merrill Lynch, utilizam a visualização e a reprogramação mental para aprimorar seu desempenho. Além deles, profissionais renomados como o psicólogo esportivo Bob Rotella e o coach Brian Tracy acreditam que o segredo do sucesso está em nutrir pensamentos vencedores e fortalecer a mentalidade para enfrentar desafios.

De acordo com Elainne Ourives, renomada especialista em emoções humanas, treinadora mental, psicanalista, neurocientista e autora do best-seller "DNA Revelado das Emoções", a reprogramação mental é um processo de transformação que ajuda a zerar a mente, desprogramar crenças limitantes e reprogramar o inconsciente com novas informações positivas. “Isso permite que a pessoa alcance uma nova realidade, elevando sua frequência vibracional e libertando-se de emoções negativas que obstruem sua capacidade de manifestar seus sonhos”, conta.

Como reprogramar a mente

Nos últimos anos, Elainne tem impactado a vida de milhões de pessoas por meio de seu método denominado Holo Cocriação® de objetivos, sonhos e metas. Esse treinamento é seu legado para o mundo, disponibilizando ferramentas para que qualquer pessoa possa transformar sua vida, romper ciclos de escassez e prosperar em todas as áreas — incluindo saúde, relacionamentos e finanças.

Segundo a especialista, a reprogramação mental funciona como uma "limpeza" no inconsciente, eliminando programas negativos instalados ao longo da vida, que muitas vezes sabotam o sucesso pessoal e profissional. Para ela, o que falta às pessoas não é mais esforço, mas sim "conhecer o caminho" e usar o poder de suas próprias mentes para moldar a realidade que desejam. A especialista explica que essa transformação ocorre em quatro fases, que vão desde a desintoxicação emocional até a cocriação de uma nova realidade vibracional e material.

A reprogramação mental vai além do pensamento positivo, envolvendo um processo mais profundo de transformação das crenças e padrões mentais. Trata-se de treinar a mente para visualizar esses resultados prósperos, mas também modificar crenças limitantes que impedem o crescimento pessoal e profissional. Técnicas como a cocriação da realidade e a reestruturação de padrões de comportamento ajudam a construir uma nova percepção de merecimento e sucesso, permitindo que o indivíduo tenha controle ativo sobre suas ações e reações, gerando mudanças consistentes e duradouras em diversas áreas da vida. “O cérebro é capaz de controlar o corpo e direcionar suas ações com base nas imagens e crenças que alimentamos. Ressignificar antigas crenças pessoais e visualizar resultados positivos fará diferença em qualquer setor da vida de alguém”, conclui.



Sobre Elainne Ourives

Treinadora mental, cientista e pesquisadora nas áreas da Física Quântica, das Neurociências e da reprogramação mental; autora best-seller de 8 livros; mestra de mais de 200 mil alunos, sendo 120 mil deles no treinamento Holo Cocriação de Sonhos e Metas, a mais completa metodologia de reprogramação mental, cocriação e manifestação de sonhos do mundo; formada pelos maiores cientistas do mundo, tais como Jean Pierre Garnier Malet, Tom Campbell, Gregg Braden, Bob Proctor, Joe Dispenza, Bruce Lipton, Deepak Chopra e Tony Robbins; multiplicadora do Ativismo Quântico de Amit Goswami; certificada pelo Instituto HeartMath; única trainer de Joe Vitale no Brasil.

É ainda idealizadora do Movimento “A Vida é Incrível”, lançado para ajudar a libertar o potencial máximo das pessoas na realização de seus sonhos; e criadora da Técnica Hertz®, que surgiu a partir de descobertas da física quântica e do estudo aprofundado das mais poderosas técnicas energéticas do mundo.

Para mais informações, acesse https://elainneourives.com.br ou pelo Instagram @elainneourivesoficial.


sexta-feira, 11 de outubro de 2024

Homenagem na Feira de Brechós Colméia: Um Reconhecimento à Sustentabilidade e Inclusão


CENTRO DE SÃO PAULO EM DESTAQUE

CONVITE - Prêmio Revista Paulista - Edição 2024

Apoiando a revalorização da região central paulistana, venha participar gratuitamente da entrega do Prêmio REVISTA PAULISTA para Mulheres de Destaque de nossa Sociedade, durante a Feira de Brechós Colméia.

Dia 19 de Outubro, das 14 as 18 horas

Entrada Franca - Brechó Colméia

Largo do Arouche, 438

Próximo do metrô República

Haverá ainda a apresentação do Coral Mix, com a Maestrina Emily  de Souza, números do mágico Mr. Bright e dança espanhola com a professora Ilde Gutierrez e suas alunas da Terceira Idade


Conheça a Revista Paulista: Home - Revista Paulista