A Subprefeitura Freguesia/Brasilândia realizou na manhã desta segunda-feira, dia 26, o emparedamento da danceteria Projeto Ônix, que funcionava de forma irregular na Rua Chico de Paula, 192, na Freguesia do Ó.
Depois de ser notificado e multado algumas vezes por ocupação irregular e imóvel de uso para fins residenciais com utilização para fins comerciais, o estabelecimento continuou a realizar festas e teve de ser emparedado.
O local já havia sido interditado, mas mesmo com a lacração houve a realização de um evento com uso de cópia modificada de um liminar indeferida em mandado de segurança da 14ª Vara da Fazenda Pública. Além de desrespeitar uma ordem judicial, o estabelecimento fraudou um documento público.
Com a fraude o estabelecimento fica proibido de realizar qualquer tipo de atividade no local e a remoção do lacre (emparedamento) só poderá ser feita com ordem judicial.
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terça-feira, 27 de julho de 2010
Corrida de rua na Freguesia/ Brasilândia será dia 08 de agosto
Mais uma vez o Circuito de Corrida de Rua organizado pela Secretaria de Esportes, Lazer e Recreação em parceria com a Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia chegará a uma das principais vias da região, a Avenida Inajar de Souza.
A corrida será no dia 08 de agosto e terá um percurso de 5 quilômetros. Os cinco primeiros colocados na categoria masculina e na categoria feminina receberão troféus, já os atletas que cruzarem a linha de chegada serão premiados com medalhas. Vale lembrar que os participantes devem chegar com antecedência, entre 6h30 e 7h30 para a retirada do seu Kit.
Esse é o terceiro ano que a Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia participa do evento. No ano passado cerca 200 pessoas marcaram presença e cruzaram a linha de chegada.
Circuito de Corrida de Rua de São Paulo
Data: 08/08/2010
Local: Av. Inajar de Souza (próximo ao n°6700)
Entrega dos kits: 6h30 às 7h30 no local
Largada: 8h
A corrida será no dia 08 de agosto e terá um percurso de 5 quilômetros. Os cinco primeiros colocados na categoria masculina e na categoria feminina receberão troféus, já os atletas que cruzarem a linha de chegada serão premiados com medalhas. Vale lembrar que os participantes devem chegar com antecedência, entre 6h30 e 7h30 para a retirada do seu Kit.
Esse é o terceiro ano que a Subprefeitura Freguesia/ Brasilândia participa do evento. No ano passado cerca 200 pessoas marcaram presença e cruzaram a linha de chegada.
Circuito de Corrida de Rua de São Paulo
Data: 08/08/2010
Local: Av. Inajar de Souza (próximo ao n°6700)
Entrega dos kits: 6h30 às 7h30 no local
Largada: 8h
domingo, 18 de julho de 2010
Prefeita em exercício acompanha atividades do Programa Super Férias
Nesta terça-feira (13) a prefeita em exercício Alda Marco Antonio esteve no Clube Escola Thomaz Mazzoni na Vila Maria, Zona Norte, para acompanhar as atividades do Programa Super Férias de Inverno. Desde o último dia 4, as crianças de 5 a 16 anos tem a disposição diversas atividades gratuitas de lazer e recreação.
"Esse programa é importantíssimo tanto para crianças e adolescentes, quanto para os pais que sabem que seus filhos estão assistidos por instrutores e professores. Além disso, as crianças estão seguras e em ótima companhia. Ou seja, uma criança que está de férias, mas está na rua está desprotegida em uma cidade tão grande. Com esse programa ela está protegida e pode desenvolver suas habilidades esportivas", destacou a prefeita em exercício Alda Marco Antonio.
Nesta manhã, a criançada do Clube Escola Thomaz Mazzoni participou de oficinas de skate, treinos de futebol de salão e de campo, partidas de basquete, pebolin, xadrez, aula de malabares e acrobacias, fábrica de pipas, além de oficinas com bexigas. Para completar as atividades de férias os Clubes tem organizado passeios monitorados a atrações turísticas e culturais da capital. No dia 7, as crianças do Thomaz Mazzoni visitaram o Projeto Catavento e no dia 11 foram conhecer o Modelódromo. Na quinta-feira (15), os participantes irão até o Museu do Futebol.
Ao todo 147 recreadores se dividem nos 36 Clubes Escola que estão participando do Super Férias de Inverno. Entre as atividades oferecidas estão ioga, karatê, pólo aquático, tênis, capoeira e muito mais. Esta edição reserva ainda espaço para brincadeiras populares nas brinquedotecas itinerantes, Ônibus Brincalhão e Tenda lúdica. Nos 14 dias de programação são esperados 50 mil participantes.
Apesar de ser direcionada para o público mirim, pessoas de todas as idades podem participar, basta se associar gratuitamente na secretaria de qualquer Clube Escola. O Super Férias de Inverno teve início no último dia 4 e segue sua programação até domingo (18) nas 36 unidades.
"Esse programa é importantíssimo tanto para crianças e adolescentes, quanto para os pais que sabem que seus filhos estão assistidos por instrutores e professores. Além disso, as crianças estão seguras e em ótima companhia. Ou seja, uma criança que está de férias, mas está na rua está desprotegida em uma cidade tão grande. Com esse programa ela está protegida e pode desenvolver suas habilidades esportivas", destacou a prefeita em exercício Alda Marco Antonio.
Nesta manhã, a criançada do Clube Escola Thomaz Mazzoni participou de oficinas de skate, treinos de futebol de salão e de campo, partidas de basquete, pebolin, xadrez, aula de malabares e acrobacias, fábrica de pipas, além de oficinas com bexigas. Para completar as atividades de férias os Clubes tem organizado passeios monitorados a atrações turísticas e culturais da capital. No dia 7, as crianças do Thomaz Mazzoni visitaram o Projeto Catavento e no dia 11 foram conhecer o Modelódromo. Na quinta-feira (15), os participantes irão até o Museu do Futebol.
Ao todo 147 recreadores se dividem nos 36 Clubes Escola que estão participando do Super Férias de Inverno. Entre as atividades oferecidas estão ioga, karatê, pólo aquático, tênis, capoeira e muito mais. Esta edição reserva ainda espaço para brincadeiras populares nas brinquedotecas itinerantes, Ônibus Brincalhão e Tenda lúdica. Nos 14 dias de programação são esperados 50 mil participantes.
Apesar de ser direcionada para o público mirim, pessoas de todas as idades podem participar, basta se associar gratuitamente na secretaria de qualquer Clube Escola. O Super Férias de Inverno teve início no último dia 4 e segue sua programação até domingo (18) nas 36 unidades.
Bibliotecas oferecem oficinas gratuitas de contação de histórias
Durante todo o mês, quatro bibliotecas se debruçam sobre as oficinas de Contação de Histórias. Pretendendo mergulhar neste universo, onde a criatividade e a imaginação são as protagonistas, uma programação especial foi elaborada para crianças, educadores e interessados no assunto.
A Biblioteca Érico Veríssimo, na Zona Norte, é uma delas e apresenta em seu repertório Contando e Criando Histórias com Bonecos e Fantoches, com Alzira Pelais. Dedicada às crianças de 7 a 10 anos, a oficina utiliza bonecos e fantoches para reproduzir contos e contar histórias.
Já as oficinas Formação para Contadores de Histórias: Contando Histórias com Objetos e Os Sons das Histórias são direcionadas aos contadores de histórias, mas também a professores e interessados no assunto. A primeira delas será realizada por Kelly Orasi, na Biblioteca Hans Christian Andersen. Kelly é uma das fundadoras do grupo de teatro Núcleo Trecos e Cacarecos, que já existe há 17 anos. A palestra busca apresentar alguns elementos do teatro que podem ser utilizados em uma narrativa, além da utilização de objetos como meio de ilustração na arte de contar histórias.
Para finalizar, a oficina Os sons das histórias, ministrada por Wilson Dias, terá apresentações nas bibliotecas Hans Christian Andersen, Narbal Fontes e Prestes Maia e explora a criação de novos equipamentos de sons, incluindo possibilidades sonoras com o corpo.
Veja programação completa:
Contando e criando histórias com bonecos de fantoches
Biblioteca Érico Veríssimo.
Rua Diógenes Dourado, 101 - Cohab Parada de Taipas. Zona Norte.
Tel: 3972-0450.
Dias: 15, 21, 22 e 23, das 14h às 17h. Grátis.
Os sons das histórias
Biblioteca Narbal Fontes
Av. Conselheiro Moreira de Barros, 170 - Santana. Zona Norte. Tel: 2973-4461 e 2975-0511.
Dia 15, das 13h30 às 16h30. Grátis.
Biblioteca Prestes Maia
Av. João Dias, 822 - Santo Amaro. Zona Sul.
Tel: 5687-0513
Dia 27, das 14h às 17h. Grátis.
A Biblioteca Érico Veríssimo, na Zona Norte, é uma delas e apresenta em seu repertório Contando e Criando Histórias com Bonecos e Fantoches, com Alzira Pelais. Dedicada às crianças de 7 a 10 anos, a oficina utiliza bonecos e fantoches para reproduzir contos e contar histórias.
Já as oficinas Formação para Contadores de Histórias: Contando Histórias com Objetos e Os Sons das Histórias são direcionadas aos contadores de histórias, mas também a professores e interessados no assunto. A primeira delas será realizada por Kelly Orasi, na Biblioteca Hans Christian Andersen. Kelly é uma das fundadoras do grupo de teatro Núcleo Trecos e Cacarecos, que já existe há 17 anos. A palestra busca apresentar alguns elementos do teatro que podem ser utilizados em uma narrativa, além da utilização de objetos como meio de ilustração na arte de contar histórias.
Para finalizar, a oficina Os sons das histórias, ministrada por Wilson Dias, terá apresentações nas bibliotecas Hans Christian Andersen, Narbal Fontes e Prestes Maia e explora a criação de novos equipamentos de sons, incluindo possibilidades sonoras com o corpo.
Veja programação completa:
Contando e criando histórias com bonecos de fantoches
Biblioteca Érico Veríssimo.
Rua Diógenes Dourado, 101 - Cohab Parada de Taipas. Zona Norte.
Tel: 3972-0450.
Dias: 15, 21, 22 e 23, das 14h às 17h. Grátis.
Os sons das histórias
Biblioteca Narbal Fontes
Av. Conselheiro Moreira de Barros, 170 - Santana. Zona Norte. Tel: 2973-4461 e 2975-0511.
Dia 15, das 13h30 às 16h30. Grátis.
Biblioteca Prestes Maia
Av. João Dias, 822 - Santo Amaro. Zona Sul.
Tel: 5687-0513
Dia 27, das 14h às 17h. Grátis.
Super Férias segue até domingo com muita brincadeira, jogos e oficinas
Nem mesmo o tempo chuvoso na manhã de ontem impediu que as crianças pudessem se divertir com as atividades do Programa Super Férias de Inverno no Clube Escola Vila Maria. A prática de esportes como basquete, futsal e futebol de campo, junto com as brincadeiras de pular corda e a cama elástica, serviram para espantar o frio.
Já os participantes mais tranqüilos se entretiveram com a fábrica de pipas, leitura de livros e gibis, jogos de dama e xadrez, jogo de botão, oficina de circo com cordas, equilíbrio de pratos e artesanato com bexigas, além de se divertirem com as mesas de pingue-pongue e pebolim. Para Bruno Fusetto, de 10 anos e morador da Zona Norte, o pebolim é o sua brincadeira preferida: "Passo o dia todo no Clube Escola jogando. Só vou para casa quando estou com fome".
A prefeita em exercício de São Paulo esteve ontem no Clube Escola Vila Maria para conferir o andamento desta segunda semana do Programa Super Férias. "Esse programa é importantíssimo tanto para crianças e adolescentes, quanto para os pais que sabem que seus filhos estão assistidos por instrutores e professores. Além disso, as crianças estão seguras e em ótima companhia. Ou seja, uma criança que está de férias, mas está na rua está desprotegida em uma cidade tão grande. Com esse programa ela está protegida e pode desenvolver suas habilidades esportivas", destacou a prefeita em exercício.
Desde o último dia 4, as crianças de 5 a 16 anos têm à disposição diversas atividades gratuitas de lazer e recreação nos Clubes Escola da Cidade. Passeios monitorados também fazem parte das atividades oferecidas pelo Programa Super Férias. Depois de visitarem o Palácio Catavento no dia 7 e o Modelódromo no dia 11, a próxima parada será dia 15, no Museu do Futebol.
Ao todo 147 recreadores se dividem nos 36 Clubes Escola que estão participando do Super Férias de Inverno. Entre as atividades oferecidas estão ioga, karatê, pólo aquático, tênis, capoeira e muito mais. Esta edição reserva ainda espaço para brincadeiras populares nas brinquedotecas itinerantes, Ônibus Brincalhão e Tenda lúdica. Nos 14 dias de programação são esperados 50 mil participantes.
Apesar de ser direcionada para o público mirim, pessoas de todas as idades podem participar das atividades, basta se associar gratuitamente na secretaria de qualquer Clube Escola. O Super Férias de Inverno teve início no último dia 4 e segue sua programação até o próximo domingo, dia 18 nas 36 unidades.
Recreio
Além do Super Férias de Inverno, a Prefeitura de São Paulo oferece, por meio da Secretaria de Educação, o programa Recreio nas Férias, com opções gratuitas de lazer e cultura em 143 pólos, entre escolas municipais, equipamentos da Secretaria de Esportes e sedes de entidades sociais, até o dia 16, próxima sexta-feira. As programações começam às 9h30 e terminam às 16h30.
Em sua 20ª edição, o Recreio nas Férias oferece as atividades nos pólos e passeios a museus, teatros, parques, ao Espaço Cultural Catavento, à Estação Ciência e unidades do Sesc.
O calendário da programação do Recreio nas Férias é dividido em duas etapas, conforme a Diretoria Regional de Educação. Nesta última semana, as atividades do Recreio acontecem nas DREs Butantã, Campo Limpo, Freguesia do Ó, Guaianases, Ipiranga, Pirituba e São Miguel.
Aberto também para crianças e jovens entre 4 e 16 anos que não estudam na Rede Municipal de Ensino, o Recreio nas Férias conta com 162 atrações artísticas e mais de mil passeios. Os 1345 agentes recreativos, 144 agentes coordenadores, oficineiros de ONGs e funcionários das escolas municipais trabalham nos pólos para garantir a alegria da crianças, que também recebem refeições e lanches diariamente nos intervalos das atividades.
Já os participantes mais tranqüilos se entretiveram com a fábrica de pipas, leitura de livros e gibis, jogos de dama e xadrez, jogo de botão, oficina de circo com cordas, equilíbrio de pratos e artesanato com bexigas, além de se divertirem com as mesas de pingue-pongue e pebolim. Para Bruno Fusetto, de 10 anos e morador da Zona Norte, o pebolim é o sua brincadeira preferida: "Passo o dia todo no Clube Escola jogando. Só vou para casa quando estou com fome".
A prefeita em exercício de São Paulo esteve ontem no Clube Escola Vila Maria para conferir o andamento desta segunda semana do Programa Super Férias. "Esse programa é importantíssimo tanto para crianças e adolescentes, quanto para os pais que sabem que seus filhos estão assistidos por instrutores e professores. Além disso, as crianças estão seguras e em ótima companhia. Ou seja, uma criança que está de férias, mas está na rua está desprotegida em uma cidade tão grande. Com esse programa ela está protegida e pode desenvolver suas habilidades esportivas", destacou a prefeita em exercício.
Desde o último dia 4, as crianças de 5 a 16 anos têm à disposição diversas atividades gratuitas de lazer e recreação nos Clubes Escola da Cidade. Passeios monitorados também fazem parte das atividades oferecidas pelo Programa Super Férias. Depois de visitarem o Palácio Catavento no dia 7 e o Modelódromo no dia 11, a próxima parada será dia 15, no Museu do Futebol.
Ao todo 147 recreadores se dividem nos 36 Clubes Escola que estão participando do Super Férias de Inverno. Entre as atividades oferecidas estão ioga, karatê, pólo aquático, tênis, capoeira e muito mais. Esta edição reserva ainda espaço para brincadeiras populares nas brinquedotecas itinerantes, Ônibus Brincalhão e Tenda lúdica. Nos 14 dias de programação são esperados 50 mil participantes.
Apesar de ser direcionada para o público mirim, pessoas de todas as idades podem participar das atividades, basta se associar gratuitamente na secretaria de qualquer Clube Escola. O Super Férias de Inverno teve início no último dia 4 e segue sua programação até o próximo domingo, dia 18 nas 36 unidades.
Recreio
Além do Super Férias de Inverno, a Prefeitura de São Paulo oferece, por meio da Secretaria de Educação, o programa Recreio nas Férias, com opções gratuitas de lazer e cultura em 143 pólos, entre escolas municipais, equipamentos da Secretaria de Esportes e sedes de entidades sociais, até o dia 16, próxima sexta-feira. As programações começam às 9h30 e terminam às 16h30.
Em sua 20ª edição, o Recreio nas Férias oferece as atividades nos pólos e passeios a museus, teatros, parques, ao Espaço Cultural Catavento, à Estação Ciência e unidades do Sesc.
O calendário da programação do Recreio nas Férias é dividido em duas etapas, conforme a Diretoria Regional de Educação. Nesta última semana, as atividades do Recreio acontecem nas DREs Butantã, Campo Limpo, Freguesia do Ó, Guaianases, Ipiranga, Pirituba e São Miguel.
Aberto também para crianças e jovens entre 4 e 16 anos que não estudam na Rede Municipal de Ensino, o Recreio nas Férias conta com 162 atrações artísticas e mais de mil passeios. Os 1345 agentes recreativos, 144 agentes coordenadores, oficineiros de ONGs e funcionários das escolas municipais trabalham nos pólos para garantir a alegria da crianças, que também recebem refeições e lanches diariamente nos intervalos das atividades.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Centro comercial de Santana, revitalizado, oferece mais verde, conforto e segurança
Quem caminha pelo centro comercial de Santana pode perceber a diferença do visual. Desde o início do mês, as calçadas das ruas que formam esta região do bairro receberam, em suas floreiras, novas mudas de plantas.
O replantio ocorreu nas ruas Voluntários da Pátria e Leite de Moraes. Das 91 jardineiras, mais da metade foi beneficiada com cerca de mil mudas de plantas de diversas espécies, tais como amendoim rasteiro, capim barbosa, próton, hibisco vermelho e variegato, jasmim, aapanto, bela emília, mini ligustrun e grama japônica.
As intervenções complementam as obras ocorridas no final do ano nas ruas Voluntários da Pátria, Leite de Moraes, Gabriel Piza, Duarte de Azevedo, Racionalismo Cristão e Cruzeiro do Sul. Os serviços de revitalização englobaram a execução de novo piso de concreto, além da troca e realinhamento das guias danificadas e instalação das rampas de acessibilidade. Foram construídas, nestas vias, 136 floreiras, para manter a harmonia do local.
A rua Voluntários da Pátria é considerada a principal rua comercial da região de Santana. Pela proximidade do metrô e terminais de ônibus, a circulação de pedestres é intensa.
Operação Delegada
Desde o dia 31 de maio, as ruas centrais de Santana contam com a presença da Polícia Militar para reforçar a fiscalização e combater o comércio ambulante irregular, através de um convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado, por intermédio da Polícia Militar.
O principal objetivo desta união de forças é disciplinar o uso do espaço público, Além disso, a iniciativa proporciona ações de policiamento preventivo, para preservação da ordem pública, aumentando a segurança, tanto para os comerciantes, como para os consumidores.
Comércio ambulante
Na última terça-feira, 29, o subprefeito recebeu o deputado estadual Carlinhos Almeida e o vereador Senival Moura, para esclarecimentos sobre a Operação Delegada. Na ocasião, foi reiterada a afirmação de que a fiscalização do comércio ambulante, através do convênio, é de responsabilidade da Polícia Militar. Não há proibição da atividade na região. Porém, para a instalação de suas barracas, os ambulantes devem preencher todos os requisitos determinados pela Lei que regulamenta a atividade.
O replantio ocorreu nas ruas Voluntários da Pátria e Leite de Moraes. Das 91 jardineiras, mais da metade foi beneficiada com cerca de mil mudas de plantas de diversas espécies, tais como amendoim rasteiro, capim barbosa, próton, hibisco vermelho e variegato, jasmim, aapanto, bela emília, mini ligustrun e grama japônica.
As intervenções complementam as obras ocorridas no final do ano nas ruas Voluntários da Pátria, Leite de Moraes, Gabriel Piza, Duarte de Azevedo, Racionalismo Cristão e Cruzeiro do Sul. Os serviços de revitalização englobaram a execução de novo piso de concreto, além da troca e realinhamento das guias danificadas e instalação das rampas de acessibilidade. Foram construídas, nestas vias, 136 floreiras, para manter a harmonia do local.
A rua Voluntários da Pátria é considerada a principal rua comercial da região de Santana. Pela proximidade do metrô e terminais de ônibus, a circulação de pedestres é intensa.
Operação Delegada
Desde o dia 31 de maio, as ruas centrais de Santana contam com a presença da Polícia Militar para reforçar a fiscalização e combater o comércio ambulante irregular, através de um convênio entre a Prefeitura e o Governo do Estado, por intermédio da Polícia Militar.
O principal objetivo desta união de forças é disciplinar o uso do espaço público, Além disso, a iniciativa proporciona ações de policiamento preventivo, para preservação da ordem pública, aumentando a segurança, tanto para os comerciantes, como para os consumidores.
Comércio ambulante
Na última terça-feira, 29, o subprefeito recebeu o deputado estadual Carlinhos Almeida e o vereador Senival Moura, para esclarecimentos sobre a Operação Delegada. Na ocasião, foi reiterada a afirmação de que a fiscalização do comércio ambulante, através do convênio, é de responsabilidade da Polícia Militar. Não há proibição da atividade na região. Porém, para a instalação de suas barracas, os ambulantes devem preencher todos os requisitos determinados pela Lei que regulamenta a atividade.
sábado, 3 de julho de 2010
Equívocos da "reforma psiquiátrica"
A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) se posiciona sobre a reforma psiquiátrica, que esteve em pauta nesta semana durante a IV Conferência Nacional de Saúde Mental.
A ABP se coloca à disposição para maiores esclarecimentos
Equívocos da "reforma psiquiátrica"
Esta semana foi realizada a IV Conferência Nacional de Saúde Mental
Intersetorial. O evento em Brasília serviu como palco para o Governo e
grupos interessados ocuparem espaço na imprensa e propalarem um suposto
sucesso da "reforma psiquiátrica".
Infelizmente, com o pretexto de "humanizar" o atendimento, a "reforma
psiquiátrica", na verdade, produziu desassistência e caminha para a
construção de um sistema que será incapaz de oferecer atendimento médico de
qualidade para a população.
Citando como exemplo situações graves (e reais) de precariedade em unidades
de saúde, o Governo transformou casos de má gestão e de conduta em
condenação de ferramentas de assistência. Dessa maneira, sucateou todo um
sistema de atendimento médico para privilegiar a chamada assistência
comunitária representada pelos CAPS.
O problema, nesse caso, é que os CAPS, por sua natureza, não são capazes de
atender a todas as necessidades dos doentes. Essas unidades não foram
projetadas, em estrutura e recursos humanos, para cuidar de todas as
manifestações dos transtornos mentais. Por isso, um leito no CAPS não
substitui outro em hospital geral ou mesmo em hospital especializado, desde
que este funcione dentro dos padrões de qualidade. Este é o equívoco
principal da "reforma psiquiátrica".
A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) reforça que um bom atendimento
deve oferecer uma rede de serviços integrada e hierarquizada. Neste sistema
devem existir leitos em hospitais gerais e UBS, unidades de emergência,
ambulatórios especializados, residências terapêuticas, atenção preventiva,
CAPS e também hospitais especializados.
Dentro de sua política "substitutiva", o Ministério da Saúde também afirma
que "a redução dos leitos psiquiátricos acontece de maneira gradual, na
medida em que aumenta a oferta de leitos em hospitais gerais e nos CAPS".
Por outro lado, os psiquiatras observam que a oferta de CAPS é muito
inferior ao fechamento de outras unidades. E, como se isso não fosse
dificuldade suficiente, está provado que parte significativa dos CAPS não
funciona como deveria.
Segundo um estudo do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
(CREMESP), que analisou 85 dos 230 centros daquele Estado, 42% não contavam
com retaguarda para internação psiquiátrica e 31,3% não tinham retaguarda
para emergências psiquiátricas; 66,7% não disponibilizam atendimento médico
clínico na unidade e 25,3% não tinham retaguarda para emergências médicas
clínicas; 30% dos CAPS III (de maior complexidade) não acataram a legislação
no que se refere à "atenção contínua durante 24 horas diariamente, incluindo
feriados e finais de semana"; 27,4% dos CAPS não mantinham articulação com
recursos comunitários para a reintegração profissional dos pacientes.
Essa orientação equivocada da política fica evidente em momentos agudos,
como o aumento do consumo de drogas e a clara incapacidade do Estado em
prestar atendimento aos dependentes químicos. Nesses momentos, como não
existe um planejamento inteligente e diante da necessidade de dar uma
resposta para a opinião pública, o Governo anuncia medidas improvisadas e de
eficácia duvidosa.
Em uma dessas ocasiões, comemorou o investimento de milhões de reais em mais
leitos em hospitais gerais sem levar em consideração que os especialistas
não recomendam essa ferramenta para dependentes de crack. Também não
informou sobre a formação das equipes que devem prestar a assistência nesses
locais. O mais provável é que esse investimento, se realmente foi feito, não
vai trazer os benefícios esperados.
Este é apenas um exemplo de vários outros equívocos cometidos diariamente.
Infelizmente, a saúde mental no Brasil passa por um retrocesso disfarçado de
avanço pela propaganda oficial.
A Associação Brasileira de Psiquiatria espera por uma urgente reforma do
modelo de assistência em saúde mental que venha para ficar. Mas ela deve ser
eficiente e realmente beneficiar a população. Para isso é necessária uma
mudança de rumo nas políticas públicas e um bom começo seria dar mais
crédito aos conhecimentos técnicos.
Associação Brasileira de Psiquiatria
A ABP se coloca à disposição para maiores esclarecimentos
Equívocos da "reforma psiquiátrica"
Esta semana foi realizada a IV Conferência Nacional de Saúde Mental
Intersetorial. O evento em Brasília serviu como palco para o Governo e
grupos interessados ocuparem espaço na imprensa e propalarem um suposto
sucesso da "reforma psiquiátrica".
Infelizmente, com o pretexto de "humanizar" o atendimento, a "reforma
psiquiátrica", na verdade, produziu desassistência e caminha para a
construção de um sistema que será incapaz de oferecer atendimento médico de
qualidade para a população.
Citando como exemplo situações graves (e reais) de precariedade em unidades
de saúde, o Governo transformou casos de má gestão e de conduta em
condenação de ferramentas de assistência. Dessa maneira, sucateou todo um
sistema de atendimento médico para privilegiar a chamada assistência
comunitária representada pelos CAPS.
O problema, nesse caso, é que os CAPS, por sua natureza, não são capazes de
atender a todas as necessidades dos doentes. Essas unidades não foram
projetadas, em estrutura e recursos humanos, para cuidar de todas as
manifestações dos transtornos mentais. Por isso, um leito no CAPS não
substitui outro em hospital geral ou mesmo em hospital especializado, desde
que este funcione dentro dos padrões de qualidade. Este é o equívoco
principal da "reforma psiquiátrica".
A Associação Brasileira de Psiquiatria (ABP) reforça que um bom atendimento
deve oferecer uma rede de serviços integrada e hierarquizada. Neste sistema
devem existir leitos em hospitais gerais e UBS, unidades de emergência,
ambulatórios especializados, residências terapêuticas, atenção preventiva,
CAPS e também hospitais especializados.
Dentro de sua política "substitutiva", o Ministério da Saúde também afirma
que "a redução dos leitos psiquiátricos acontece de maneira gradual, na
medida em que aumenta a oferta de leitos em hospitais gerais e nos CAPS".
Por outro lado, os psiquiatras observam que a oferta de CAPS é muito
inferior ao fechamento de outras unidades. E, como se isso não fosse
dificuldade suficiente, está provado que parte significativa dos CAPS não
funciona como deveria.
Segundo um estudo do Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo
(CREMESP), que analisou 85 dos 230 centros daquele Estado, 42% não contavam
com retaguarda para internação psiquiátrica e 31,3% não tinham retaguarda
para emergências psiquiátricas; 66,7% não disponibilizam atendimento médico
clínico na unidade e 25,3% não tinham retaguarda para emergências médicas
clínicas; 30% dos CAPS III (de maior complexidade) não acataram a legislação
no que se refere à "atenção contínua durante 24 horas diariamente, incluindo
feriados e finais de semana"; 27,4% dos CAPS não mantinham articulação com
recursos comunitários para a reintegração profissional dos pacientes.
Essa orientação equivocada da política fica evidente em momentos agudos,
como o aumento do consumo de drogas e a clara incapacidade do Estado em
prestar atendimento aos dependentes químicos. Nesses momentos, como não
existe um planejamento inteligente e diante da necessidade de dar uma
resposta para a opinião pública, o Governo anuncia medidas improvisadas e de
eficácia duvidosa.
Em uma dessas ocasiões, comemorou o investimento de milhões de reais em mais
leitos em hospitais gerais sem levar em consideração que os especialistas
não recomendam essa ferramenta para dependentes de crack. Também não
informou sobre a formação das equipes que devem prestar a assistência nesses
locais. O mais provável é que esse investimento, se realmente foi feito, não
vai trazer os benefícios esperados.
Este é apenas um exemplo de vários outros equívocos cometidos diariamente.
Infelizmente, a saúde mental no Brasil passa por um retrocesso disfarçado de
avanço pela propaganda oficial.
A Associação Brasileira de Psiquiatria espera por uma urgente reforma do
modelo de assistência em saúde mental que venha para ficar. Mas ela deve ser
eficiente e realmente beneficiar a população. Para isso é necessária uma
mudança de rumo nas políticas públicas e um bom começo seria dar mais
crédito aos conhecimentos técnicos.
Associação Brasileira de Psiquiatria
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