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segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

A eterna questão da maioridade penal no Brasil

Imagem: O Ferrão

Euro Bento Maciel Filho*

No último dia 19 de fevereiro, a Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal rejeitou a Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que objetivava reduzir a maioridade penal para 16 anos, em casos de crimes hediondos, tráfico de entorpecentes, tortura e terrorismo. Longe de pôr um fim à questão, fato é que a decisão tomada pelo Senado nada mais é do que apenas mais um capítulo, dentre tantos outros que ainda assistiremos no futuro, dessa interminável discussão em torno da redução da maioridade penal no Brasil.

Lamentavelmente, basta a prática de um crime “chocante” à sociedade, que conte com o envolvimento de um ou mais menores de 18 anos e, já no dia seguinte, a discussão em torno do tema da redução da maioridade penal volta à tona e ganha as manchetes dos jornais.

Não há dúvida de que boa parte da sociedade acredita, ainda que sem qualquer embasamento jurídico, que a redução da maioridade penal é um dos caminhos para solucionar os nossos altos índices de criminalidade. E muito provavelmente, aquela mesma grande parcela da sociedade não entendeu, e até deve estar criticando, a decisão adotada no Senado.

Pois bem, a respeito desse tema, é preciso mencionar que a idade de 18 anos como limite para a maioridade penal não foi escolhida por acaso. O legislador penal, fundado em critérios de ordem eminentemente psicológica, sempre entendeu que o menor de 18 anos não tem a personalidade totalmente formada e, por isso, presume, de forma absoluta, que se trata de pessoa absolutamente inimputável.

O critério é biológico, ou seja, até 17 anos, 11 meses e 29 dias, o cidadão é penalmente inimputável. A partir do primeiro segundo do dia em que completa 18 anos, ele se torna, automaticamente, penalmente imputável. Como se vê, a responsabilidade penal surge como num “passe de mágica”, basta apenas completar 18 anos.

Contudo, entendo que referido critério, hoje, é falho. De efeito, em razão do fácil acesso à informação que a imensa maioria dos jovens possui, bem como o uso constante da internet e, também, por força da prematura (e necessária) inserção do adolescente no mercado de trabalho, não podemos mais considerar, de forma genérica e absoluta, que todo e qualquer menor de 18 anos seja “imaturo”, “desprotegido” ou “insciente” com relação às condutas que pratica.

Em outros termos, a presunção absoluta de “imaturidade” do menor de 18 anos não está mais adaptada aos nossos dias. A sociedade mudou e, por isso, talvez seja a hora e o momento da lei também mudar. Fosse somente esse o ponto a ser analisado, não haveria mais qualquer dúvida de que a redução da maioridade penal seria mesmo o caminho natural a ser seguido.

Mas, se, de um lado, a análise do tema sob um critério mais realista e prático pode mesmo justificar a redução da maioridade penal, tenho que, de outro, uma reflexão mais humana e jurídica do assunto ainda justifica a manutenção dos 18 anos, da forma como sempre foi.

Realmente, por mais que seja mesmo verdade que o menor de 18 anos, sobretudo aqueles com idade a partir dos 16 anos, tem, na imensa maioria das vezes, pleno e total conhecimento dos seus atos, ainda assim precisamos sempre lembrar que, para fins penais, tratam-se de verdadeiras “crianças”.

Esses jovens, em geral, não possuem um passado de “crimes” e nem ostentam periculosidade anormal. Na maioria das vezes, foram atirados para a criminalidade até mesmo por conta de uma necessidade pessoal ou familiar.

Atualmente, como bem se sabe, ao menor que pratica atos infracionais, aplicam-se as regras do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), cujo principal intuito é recuperar e preparar o infrator para o retorno à sociedade. Aliás, justamente por serem jovens, é fácil intuir que todos poderiam ser mais facilmente recuperados, já que ainda estão em formação. Caberia ao Estado dar-lhes educação de qualidade, ensinar-lhes um ofício e, quiçá, até mesmo reaproximá-los da família em certos casos, tudo para que pudessem retornar à sociedade diferentes e mais sociáveis.

Salvo raríssimas exceções, nenhum desses jovens sonha em “ser bandido”, muito embora traga a criminalidade consigo e com ela conviva desde o berço. Além disso, como é certo que o nosso medieval sistema carcerário não recupera ninguém, fica evidente que, ao misturarmos presos já habituados ao crime com os jovens num mesmo ambiente, fatalmente esses menores acabariam se tornando irrecuperáveis muito mais cedo.

Porém, a grande e real verdade é que as regras previstas no ECA não vêm alcançando seus objetivos. Não raro, temos notícias de que nas sedes da Fundação CASA ocorrem rebeliões, tomadas de reféns, denúncias de maus–tratos, abusos sexuais etc. Infelizmente, tal qual ocorre com o sistema carcerário, os meios existentes para conter a criminalidade juvenil também são ineficazes.

E aí está o ponto nevrálgico de toda a questão.

Afinal, porque reduzir a maioridade penal se, como bem sabemos, os problemas estão no ECA, na ausência de um sistema de educação adequado e na omissão do Estado em diversas questões que dizem respeito à criança e ao adolescente?

Tivéssemos um sistema educacional eficiente, fosse a Fundação CASA um exemplo de controle e de ressocialização dos menores infratores e, ainda, caso o ECA fosse fielmente cumprido e respeitado pelo Estado, aí sim poderíamos imputar a “culpa” exclusivamente aos menores.

Porém, enquanto o Estado não cumprir com a sua parte, a redução da maioridade penal será apenas mais uma estratégia de “marketing criminal”. Sem a efetiva atuação do Estado na base do problema, ou seja, na melhoria da educação, bastará a redução dos 18 para os 16 anos para que, no dia seguinte, a sociedade volte a pedir a redução da menoridade penal novamente, agora para 14 anos. E, assim, sucessivamente.

Desta forma, como conclusão, embora seja óbvio que o “menor” de 18 anos saiba muito bem o que está fazendo quando resolve praticar um “ato infracional”, ainda acredito que a redução da maioridade penal não é a solução para o problema. Enquanto o Estado insistir em não cumprir com a sua parte, a redução da maioridade penal continuará sendo uma medida meramente demagógica, que não nos trará benefício algum.

* Euro Bento Maciel Filho é advogado criminalista, mestre em Direito Penal pela PUC-SP e sócio do escritório Euro Filho Advogados Associados - eurofilho@eurofilho.adv.br

Sobre rolezinhos e manifestações de rua


(*) Gilmar Silvério

Costuma-se dizer que a educação deve auxiliar a preparar nossas crianças e adolescentes para os desafios do mundo. Como educador e militante da área, não tenho a menor dúvida quanto a essa importância e necessidade.

Ainda mais nos dias de hoje, em que as manifestações de rua e os “rolezinhos” concentram uma quantidade enorme de jovens. Ao invés de meramente criticar esses fenômenos, é obrigação da escola e dos professores compreender e trazer esses assuntos ao centro do debate.

Para tanto, nunca é demais lembrar dos ensinamentos de Paulo Freire, que sempre buscou entender a educação através do cotidiano vivenciado pelo aluno e sua família. Esse olhar mais humano e fraterno é essencial para evitar situações que nem de longe refletem o que se espera para a formação de novos cidadãos.

Quando nos esquecemos desses preceitos, corremos o sério risco de ficarmos à mercê de posturas inadequadas, como a ocorrida na recente mobilização contra o aumento da tarifa de ônibus, na cidade do Rio de Janeiro, que resultou na morte do cinegrafista Santiago Andrade, atingido por um rojão.

Não sou contra as manifestações populares. Pelo contrário, defendo a participação das pessoas em protestos pacíficos como uma maneira legítima de reivindicar e lutar pelos seus direitos.

Apoio, inclusive, a presença de crianças e adolescentes nesses atos, acompanhados por responsáveis, como forma de despertar nelas espírito cívico e consciência crítica sobre os temas do dia a dia. Por outro lado, sou radicalmente contrário à postura dos “black blocs” que, por meio da violência, acabam apenas gerando mais violência.

É dever da escola contribuir para que o debate sobre esses assuntos e outros sejam realizados na sala de aula. Isso é incentivar o exercício da cidadania. Caso contrário, permaneceremos reféns de uma visão conservadora e preconceituosa.

Precisamos garantir o direito de ir e vir das pessoas. Da mesma maneira, temos de assegurar que elas possam se manifestar livremente. Daí que a educação é fundamental nessa percepção e na preparação de cidadãos conscientes de seu papel na sociedade.

(*) O autor é professor da rede estadual de ensino e secretário de Educação de Santo André. E-mail: gsilverio@santoandre.sp.gov.br.

quarta-feira, 27 de novembro de 2013

GUINDASTE QUEBRA E MATA DOIS FUNCIONÁRIOS NA OBRA DO ITAQUERÃO




























Faltando poucos dias para a entrega do Estádio Corinthians "Itaquerão" localizado em Itaquera, zona leste de São Paulo, uma das estruturas do guindaste que sustentava meia tonelada de armação de ferro, desmorona durante a instalação e mata dois funcionários. A cobertura fecharia a estrutura do estádio para posteriormente ser coberta.

A confusão aumentou ainda mais com a chegada da imprensa e a falta de controle emocional por parte dos responsáveis pela construção e assessores do Corinthians.

Segundo foi noticiado pela Rede Record de televisão, o Ex-Presidente do Corinthians Andrés Sanches, ficou nervoso e agrediu um repórter da Folha de São Paulo juntamente com um dos seguranças que estavam no local.

O número de feridos não foi maior porque no horário do acidente a maioria estava almoçando e membros da construtora e da diretoria do Corinthians comemoravam o encerramento dessa parte da arena que futuramente seria coberta para acabamento. 

O Corinthians lamentou a ocorrência com a seguinte nota:

"A Odebrecht Infraestrutura e o Sport Club Corinthians Paulista lamentam informar que no início da tarde de hoje um acidente na obra da Arena Corinthians provocou o falecimento de dois trabalhadores – Fábio Luiz Pereira, 42, motorista/operador de Munck da empresa BHM, e Ronaldo Oliveira dos Santos, 44 anos, montador da empresa Conecta.
Pouco antes das 13 horas, o guindaste, que içava o último módulo da estrutura da cobertura metálica do estádio, tombou provocando a queda da peça sobre parte da área de circulação do prédio leste – atingindo parcialmente a fachada em LED. A estrutura da arquibancada não foi comprometida. Era a 38ª vez que esse tipo de procedimento realizava-se na obra e uma peça de igual proporção foi instalada há pouco mais de uma semana no setor Sul do estádio. Equipes do corpo de bombeiros estão no local. No momento, todos os esforços estão concentrados para oferecer assistência total às famílias das vítimas."
Com o acidente no Itaquerão, os torcedores terão que aguardar a resolução dos laudos periciais da polícia e a liberação do Ministério Público que agora quer avaliar se a estrutura não foi comprometida a ponto de colocar em risco o restante da construção. Caso o risco seja confirmado, as obras do estádio poderão ser paralisadas totalmente. Segundo Frederico Barbosa, gerente operacional da Odebrecht, após a tragédia, cerca de 30% da obra já está paralisada aguardando liberação.
A Arena Corinthians foi escolhida em 2011 para sediar a abertura da Copa de 2014, pouco depois do início das obras. A entrega está prevista para dezembro deste ano. Com este acidente, resta saber se haverá tempo suficiente para cumprir os prazos. Segundo técnicos policiais, os laudos de perícia costumam demorar aproximadamente trinta dias para serem concluídos.
Reportagem: Claudia Souza / AE Carvalho
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terça-feira, 12 de novembro de 2013

Exposição Cultural “Sabe o nome da igreja?”

Exposição Cultural “Sabe o nome da igreja?” vai homenagear o crescimento e a criatividade do povo evangélico no Brasil em Setembro de 2014


Num passeio pelas ruas das principais cidades brasileiras, qualquer pessoa há de ficar impressionada com a quantidade de igrejas evangélicas. São templos, pontos-de-pregação, salas, portinhas, com direito a “Pronto-Socorro Espiritual” e até “Drive-Thru”, onde as pessoas passam rapidinho com os carros, recebem a oração do dia e vão embora. Mas, no geral, são lugares onde o povo de Deus se reúne para congregar e exercer a sua fé. 

Símbolo da expansão do segmento evangélico na sociedade brasileira, a proliferação de igrejas, se por um lado possibilita a disseminação da Palavra de Deus, por outro, gera situações curiosas. Há ruas com vários templos e até mesmo congregações que funcionam coladas, parede-a-parede. Agora, interessante, é conferir o nome de algumas igrejas. Existe, por exemplo, Igreja Dekanthalabassi, Igreja A Serpente de Moisés Aquela Que Engoliu As Outras, Igreja Pentecostal Jesus Vem Você Fica, Igreja Evangélica Pentecostal A última Embarcação Para Cristo, Igreja Chave do Éden, Igreja Evangélica Batista Barranco Sagrado, Igreja Caverna do Rock, Igreja Batista A Paz Do Senhor, entre muitas outras.



 Podemos falar a exacerbada e muitas vezes bem-humorada criatividade de tais nomes, mas o fato é que os aproximadamente 55 milhões de evangélicos brasileiros têm à disposição uma variadíssima relação de opções para filiação religiosa. 

Curiosos, imaginativos, os nomes de igrejas, digamos, originais, compõem uma extensa lista: há, por exemplo, a Igreja Pentecostal Alarido de Deus, de Anápolis (GO); a Igreja Evangélica Deus Pentecostal da Profecia, de São Mateus (ES), que não deixa dúvidas sobre o caráter avivado do povo que se reúne ali; ou, ainda, a Igreja Evangélica Vida Profunda, de Itaperuna (RJ), onde a pessoa, já na entrada, recebe um estímulo para deixar de lado a superficialidade na sua relação com Deus. Já a Igreja da Revelação Rápida parece ter sido feita de encomenda para os fiéis mais apressadinhos. 

Existem muitas outras, quase sempre pequenas denominações pentecostais dirigidas por líderes, onde o que vale é a espontaneidade litúrgica e a fé cristã. Por esse motivo o Salão Internacional Gospel, que acontece de 18 a 20 de Setembro de 2014 junto com a Feira Literária Internacional Cristã , apresenta a Exposição Cultural "Sabe o nome da igreja?". 

Adilson Santos e Luciana Mazza
Os curadores são o fotógrafo Adilson Santos e a jornalista e cineasta Luciana Mazza. "A ideia é fazer uma homenagem com respeito e bom humor a expansão dos evangélicos, das igrejas e de seus pastores. Lembrar que é importante congregar, que é fundamental frequentar a casa do Pai Celestial, independente do nome que tenha. 

Por fim, a exposição pretende provar que nesse Brasil cada vez mais evangélico só não vai à igreja quem realmente não quer", explanam Adilson e Mazza. 

Quem desejar visitar a Exposição “Sabe o nome da igreja?” a entrada é gratuita, assim como o acesso às duas feiras, Feira Literária Internacional Cristã (FLIC) e Salão Internacional Gospel, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.







terça-feira, 1 de outubro de 2013

FEIRA LITERÁRIA INTERNACIONAL CRISTÃ E SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL SE UNEM EM UMA SÓ FEIRA


O Salão Internacional Gospel, idealizado pelo Grupo MR1 e a FLIC - Feira Literária Internacional Cristã, idealizada pela ASEC - Associação dos Editores Cristãos, ambas na terceira edição, decidiram em comum acordo a realização das feiras em uma única data e local, preservando os mesmos nomes, beneficiando todo o segmento evangélico. A feira, com todo o seu vigor, abrange editoras, gravadoras, instrumentos musicais, alternativos, moda, mídia especializada, cantores, igrejas, ministérios, lojistas e livreiros e está confirmada de 18 a 20 de Setembro de 2014, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.
Com realização da MR1 e ASEC, a organização vai ser do Grupo Cipa Fiera Milano. O tema desta edição é "Resgatando os valores cristãos".
São de Sérgio Henrique, presidente da ASEC e da Editora Vida, as palavras: "Queremos com esta união restaurar os princípios cristãos e continuar abençoando muitas vidas, oferecendo o melhor com a alegria e o prazer de estarmos todos juntos em um ambiente agradável, onde o nome do Senhor Jesus seja enaltecido."
Marcelo Rebello, do Grupo MR1, acrescenta: "Agradecemos a Deus pela oportunidade de viver um momento de união de esforços em prol do nosso segmento, fomentando em conjunto as ações de integração."
Representando a organizadora, José Roberto Sevieri ressalta que: "O Grupo Cipa Fiera Milano se sente honrado em participar desta união de fé, onde o objetivo é apresentar de forma completa a disseminação da cultura cristã."
O lançamento oficial da FLIC e do Salão Gospel 2014 acontece no dia 23 de Outubro de 2013, às 9:30 horas, no Pavilhão 2 do Centro de Exposições Imigrantes.

Acompanhe no www.salaointernacionalgospel.com.br

segunda-feira, 17 de junho de 2013

TERMINAIS RODOVIÁRIOS E URBANOS RECEBEM 15ª EDIÇÃO DA CAMPANHA DO AGASALHO SOCICAM

A Socicam, empresa que administra terminais urbanos e rodoviários espalhados pelo país, escolheu o dia 17 de junho, segunda-feira, para lançar a 15ª edição da sua Campanha do Agasalho. Tradição nos terminais administrados pela empresa, a campanha já ajudou a aquecer o inverno de milhares de pessoas. 
Até o dia 17 de agosto, durante todo o horário de funcionamento dos terminais, caixas coletoras ficarão à espera de doações de agasalhos, malhas, cobertores, blusas, meias, luvas e outras peças em bom estado de conservação.

No total, serão 62 postos de arrecadação em todos os empreendimentos administrados pela Socicam (veja lista completa abaixo). Os usuários poderão consultar qual o posto mais próximo do seu trabalho ou residência no site da empresa (www.socicam.com.br).  

Assim como acontece desde 1999, ano que aconteceu a 1ª edição da campanha, as peças arrecadadas nos terminais participantes serão doadas para entidades filantrópicas cadastradas. Nas 14 primeiras edições da campanha, foram arrecadadas mais de 600 mil peças. 

Confira a lista de todos os terminais que participam da campanha:

SÃO PAULO (capital e grande São Paulo)

Terminais Urbanos: 
• Estação Alberto Lion, Estação Ana Nery, Estação Atlético Ipiranga, Estação Nossa Senhora Aparecida, Estação Pedro Segundo, Estação Rua do Grito, A.E.Carvalho, Amaral Gurgel, Aricanduva, Bandeira, Campo Limpo, Capelinha, Casa Verde, Grajaú, Guarapiranga, Jardim Angela, João Dias, Lapa, Mercado, Parelheiros, Parque D. Pedro II, Penha, Pirituba, Princesa Isabel, Sacomã, Santo Amaro, São Mateus, São Miguel, Sapopemba, Tiradentes, Varginha, Vila Carrão, Vila Nova Cachoeirinha, Vila Prudente e Pinheiros

Terminais Rodoviários:
• Barra Funda, Jabaquara, Tietê (capital)
• Terminal Rodoviário Alfredo Tomaz (Osasco)
• Terminal Rodoviário Turístico de Guarulhos

SÃO PAULO (interior)

Terminais Rodoviários:
• Terminal Ramos de Azevedo (Campinas/SP); Terminal Rodoviário Frederico Ozanam (São José dos Campos); Terminal Rodoviário Adolfo Domingues (São João da Boa Vista); Terminal Rodoviário Paulo Egídio Martins (São Carlos); Terminal Rodoviário de Ribeirão Preto; Terminal Rodoviário José Alves (Jundiaí); Terminal Rodoviário de Mogi Mirim; Terminal Geraldo Scavone (Mogi das Cruzes)
SÃO PAULO (litoral)
• Terminal Rodoviário de Guarujá
 

BRASÍLIA 
• Terminal Interestadual de Brasília
POÇOS DE CALDAS
• Terminal Rodoviário Dr. Sebastião Vieira Romão

OUTRAS LOCALIDADES
• Governador José Rollemberg Leite (Aracaju); Luiz Garcia (Aracaju); Terminal Rodoviário Antônio Mendes Canale (Campo Grande); Complexo Rodoviário Severino Tomaz da Silveira (Natal); Terminal Engenheiro João Thomé (Fortaleza); Terminal Antônio Bezerra (Fortaleza); Terminal Messejana (Fortaleza); Terminal Rodoviário João Paulo II (Maceió); Terminal Rodoviário de Caruaru (Pernambuco); Terminal Rodoviário de Garanhuns (Pernambuco); Terminal Rodoviário Governador Nilo Coelho (Pernambuco); Terminal Interestadual de Passageiros (Pernambuco)

quinta-feira, 11 de abril de 2013

JONAS BAKER e MILENA CASTRO APRESENTAM BOSSA NO VARANDA COPAN

























O projeto Bossa Nova Tupiniquim estreia dia 17/4 no restaurante VARANDA COPAN localizado 
embaixo do edifício "Copan" cartão postal de São Paulo.

A noite paulista ganha agora o melhor da BOSSA NOVA interpretada pelos cantores MILENA CASTRO e JONAS BAKER.

O local é muito bem frequentado por executivos e moradores do centro da cidade e já conta com música ao vivo no estilo MPB durante a semana. Agora com a introdução da Bossa Nova, pretendemos levar música de bom gosto para um público selecionado, atraindo os turistas que vem a São Paulo para as feiras de eventos e negócios internacionais.” Declarou Claudionor Costa, diretor executivo da Tupiniquim Entertainment. A empresa é responsável pelo intercâmbio cultural Brasil – Japão com experiência em todos os tramites de relacionamento internacional concernente à documentação e contratos relacionados ao show business.


SERVIÇO:
BOSSA NOVA TUPINIQUIM
DIA 17/04 a partir das 20hs
Local: VARANDA RESTAURANTE & LOUGE COPAN
AV. IPIRANGA, 200 – PÇA DA REPÚBLICA – SP
INFORMAÇÕES: 3120-4442