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quinta-feira, 27 de março de 2014

FERNANDO CAPEZ APOIA CRIAÇÃO DO MUSEU CRISTÃO E III SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL

VICE PRESIDENTE DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO FERNANDO CAPEZ APOIA CRIAÇÃO DO MUSEU CRISTÃO E O III SALÃO INTERNACIONAL GOSPEL


Na última terça-feira (25) esteve na Assembléia Legislativa do Estado de São Paulo a convite do Gabinete do Deputado Estadual e Procurador de Justiça Fernando Capez, o presidente do Grupo MR1, Marcelo Rebello e a jornalista Luciana Mazza, também idealizadores do III Salão Internacional Gospel, tratando sobre assuntos referentes ao resgate da história evangélica através da criação do Museu Cristão e disseminação dessa cultura dentro da sociedade.

Na ocasião, o Deputado Capez se mostrou muito interessado pelo grande projeto e declarou apoio, confirmando presença na feira que hoje representa o setor e acontece de 18 a 20 de Setembro de 2014, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo.

quarta-feira, 26 de março de 2014

COBRANÇA DA ÁGUA DO ALTO TIETÊ


“Cobrança pelo uso da água do Alto Tietê ajudará a reduzir a escassez”, diz presidente da Apecs
Recursos devem ser aplicados na própria bacia hidrográfica


“A cobrança pelo uso da água do Alto Tietê vai contribuir para o seu uso racional e ajudará, no futuro, a reduzir a escassez dos recursos hídricos”, avalia Luiz Roberto Gravina Pladevall, presidente da Associação Paulista de Empresas de Consultoria e Serviços em Saneamento e Meio Ambiente (Apecs). O governo do Estado de São Paulo e o Comitê da Bacia Hidrográfica do Alto Tietê anunciaram hoje o início da cobrança pelo uso da água captada de represas, rios e poços da região que congrega 36 municípios da Grande São Paulo.

O comitê informou que a previsão é arrecadar cerca de R$ 24 milhões já em 2014. Em 2016, estima-se que a receita chegue a R$ 40 milhões. “O valor dos recursos arrecadados serão obrigatoriamente utilizados na bacia. Isso vai permitir a criação de programas de uso racional dos recursos hídricos, construção de Estações de Tratamento de Esgoto (ETEs), além da gestão dos sistemas para a redução das perdas de água”, explica o dirigente.

Instituída pela Lei nº 9.433/97, a Cobrança pelo Uso de Recursos Hídricos é um dos instrumentos de gestão da Política Nacional de Recursos Hídricos, com o objetivo de incentivar o uso racional da água, e obter recursos financeiros para a recuperação das bacias hidrográficas do país. “Precisamos lembrar que a água é um bem natural finito e essa cobrança chega atrasada na Região Metropolitana de São Paulo. Mundialmente, vários países já fazem a gestão dos recursos hídricos com a cobrança pelo uso da água”, diz Pladevall. No País, o Código de Águas (Decreto nº 24.643, de 10 de Julho de 1934), instituiu os princípios de poluidor pagador, porém o instrumento da cobrança não havia sido posto em prática.

No Brasil, a cobrança nos rios de domínio da União foi implementada na Bacia do Rio Paraíba do Sul, na Bacia do Rio São Francisco e na Bacia do Rio Doce. No Estado de São Paulo, a Agência Nacional de Água informa que, além das bacias afluentes ao rio Paraíba do Sul e aos rios Piracicaba, Capivari e Jundiaí, a cobrança foi implementada nas bacias dos rios Sorocaba-Médio Tietê, Baixo Tietê e Baixada Santista.

“A gestão dos recursos hídricos é essencial para garantir o crescimento econômico, social e populacional de maneira sustentável nas próximas décadas. Caso contrário, a disputa pela disponibilidade hídrica no planeta promoverá grandes conflitos neste século 21”, alerta Pladevall.

CMED fixa em 3,35% o ajuste médio no preço máximo de medicamentos



Índice se mantém abaixo da inflação, que ficou em 5,68% nos últimos 12 meses pelo IPCA. Fabricantes podem praticar novos preços a partir de 31 de março

A Câmara de Regulação do Mercado de Medicamento (CMED) fixou em 3,35% o ajuste médio permitido este ano aos fabricantes na definição do preço máximo dos produtos. Este é um dos menores índices de ajuste autorizado para o mercado regulado de medicamentos dos últimos cinco anos e, assim como vem ocorrendo desde 2010, o percentual se mantém abaixo da inflação. O IPCA dos últimos 12 meses ficou em 5,68%.

A resolução do Conselho de Ministros da CMED com os percentuais de ajuste do valor teto de fábrica será publicada nesta quinta-feira (27) no Diário Oficial da União. A partir de 31 de março, as farmacêuticas e distribuidoras já podem adotar os novos preços, desde que realizem a entrega do Relatório de Comercialização obrigatório.

A regulação é válida para um universo de mais de 9.000 medicamentos e os ajustes são autorizados em três níveis, variando de 1,02% a 5,68%, conforme o perfil de concorrência dos produtos. O governo federal autoriza o maior percentual aos medicamentos de maior concorrência, com maior participação de genéricos, e que o próprio funcionamento do mercado já mantém os preços abaixo do teto. De forma geral, estão nesta lista os produtos mais acessíveis.

Já os percentuais menores poderão ser aplicados aos mercados de média e baixa concorrência, incluindo produtos de alta tecnologia e geralmente mais caros. Mais de 40% dos medicamentos regulados estão na categoria nível três, de menor concorrência, cujas fábricas só poderão ajustar o preço teto em 1,02%, percentual 5,5 vezes menor que a inflação.

O ajuste autorizado pode alterar o preço máximo de fábrica, porém não impacta diretamente no valor pago pelo consumidor, uma vez que muitas empresas adotam descontos na comercialização dos produtos.

A CMED, órgão integrante do Conselho de Governo e formado por um conselho de ministros, fixa o índice de ajuste do preço de fábrica anualmente, com base em critérios técnicos definidos na Lei Federal 10.742 de 2003. São considerados para o cálculo a inflação do período (de março de 2013 até fevereiro de 2014), produtividade da indústria, variação de custos dos insumos e concorrência dentro do próprio setor.


Nível
2009
2010
2011
2012
2013
2014
IPCA
5,90%
4,83%
6,01%
5,85%
6,31%
5,68%
Ajuste Médio
5,90%
4,64%
4,78%
2,80%
4,51%
3,35%




segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014

Quais os rumos da biometria no Brasil?

Executivo da Lumidigm revela que não há nenhum dispositivo 100%  à prova de fraudes. Mas os sensores de impressão digital estão quase lá

O Brasil vem chamando atenção do mundo todo por sua capacidade de rapidamente absorver novas tecnologias biométricas em vários segmentos – o que garante uma posição de destaque, principalmente no mercado financeiro. Cinco dos maiores bancos brasileiros já estão adotando a autenticação biométrica, implantando sensores nos caixas eletrônicos. Os demais não devem demorar a seguir esse caminho – nos transformando, provavelmente, no primeiro país no mundo em que o número de caixas eletrônicos com sistema de autenticação biométrica supera aqueles que contam apenas com modelos convencionais até o final deste ano. Diante desse avanço, Phil Scarfo, executivo da Lumidigm – líder global em soluções de autenticação biométrica que foi adquirida recentemente pela HID Global, gigante em soluções de identificação segura – fala sobre os rumos esperados para a biometria no curto e médio prazo.

1. As senhas e códigos alfanuméricos estão com os dias contados?

Phil Scarfo: “Sim, embora seja difícil prever uma data. O fato é que o mundo mudou dramaticamente nas últimas décadas. Então, por que continuar confiando em métodos de autenticação que não são nem seguros, nem convenientes? Quando fornecedores inteligentes combinam o que os consumidores querem (maior comodidade) com o que eles precisam (maior segurança), o resultado é uma fórmula convincente e vencedora para todos. As senhas têm sido usadas há mais de 50 anos e, embora elas venham se tornando cada vez mais inconvenientes, menos seguras e mais difíceis de administrar e manter – exigindo muito de nós em termos de memória e organização –, ainda persistem em muitas aplicações como se fossem suficientes”.

2. Existe algum setor pioneiro, que esteja mais adiantado na substituição das senhas por sensores de impressão digital?

Phil Scarfo: “O setor financeiro é o mais avançado. Os bancos brasileiros, por exemplo, estão provando para o mundo todo que a biometria pode aumentar a segurança sem aumentar a complexidade – oferecendo um benefício real e um modelo que funciona. Também sabemos que as senhas estão se tornando uma ameaça cada vez maior à segurança do usuário. Sendo assim, muito provavelmente a biometria será uma alternativa real dentro de uma década em vários setores da economia”.

3. Por que o Brasil está se destacando tanto com relação à adoção da biometria?

Phil Scarfo: “Antes de todos os outros países, o Brasil se deu conta de que segurança é tão importante quanto conveniência. Em muitos mercados, hoje em dia, os provedores estão forçando os clientes a ‘escolher’ entre segurança e comodidade. O que o Brasil já percebeu é que, enquanto os analistas de risco anseiam por segurança, seus clientes estão pedindo mais facilidade e comodidade. Com a biometria, as duas partes saem vitoriosas. Além disso, a tecnologia biométrica de impressão digital é muito bem aceita por toda a população – tendo sido incorporada, também, no sistema eleitoral, no controle de presença de empresas, faculdades, serviços de saúde etc.”.

4. Sendo uma tecnologia desenvolvida nos Estados Unidos, por que esse país não foi o primeiro a adotar amplamente a biometria?

Phil Scarfo: “Mercados como os Estados Unidos, onde grandes perdas financeiras devido a fraudes ainda são raras, não existe essa percepção da importância de ferramentas como a biometria para aumentar a segurança. Todavia, como esse cenário vem mudando rapidamente em nível mundial, não vai demorar para começar a ver outros mercados como os Estados Unidos e países fortes da União Europeia adotar a autenticação biométrica também”.

5. Em outros países da América Latina, onde a questão segurança é tão fundamental quanto no Brasil, também estão sendo adotados sensores biométricos de impressão digital?

Phil Scarfo: “Sim. No México, Chile e Argentina vemos um interesse crescente em adotar sensores biométricos em muitos segmentos da economia, principalmente o bancário. Assim como o Brasil, eles compreendem que a autenticação biométrica é a forma mais pura de identificação pessoal. Isso assegura que aquela parcela da população que não tem acesso à tecnologia – como moradores de áreas rurais, idosos pensionistas e pessoas que fazem parte de projetos assistenciais do governo – possa fazer uso da biometria sem grandes esforços, já que basta cadastrar a digital e aproximar o dedo do leitor biométrico para ter acesso à conta bancária no caixa eletrônico. Não há nada para aprender ou se lembrar – nem qualquer outra barreira de idade, idioma ou nível educacional. Trata-se de uma tecnologia simples e muito inclusiva.

6. Qual a relação custo-benefício para a implantação de sensores biométricos nos caixas eletrônicos?

Phil Scarfo: “O custo vem sendo reduzido na medida em que a nova tecnologia vai se popularizando e os sensores vão ficando melhores e mais baratos. Vale dizer que o retorno do investimento se torna mais claro e óbvio quanto mais percebemos seu custo-benefício. Afinal, alternativas como ‘memorização de senhas’ parecem gratuitas mas custam caro – já que são muito vulneráveis. As perdas devido a fraudes e abusos são impactantes para muitos negócios. Portanto, quando avaliamos a relação custo-benefício, é fundamental considerar o nível muitas vezes superior da biometria em termos de segurança e conveniência para clientes bancários ou de outros serviços e empresas. Ou seja, o custo de ter uma autenticação biométrica é menor do que o custo de não ter”.

7. Podemos dizer que a biometria é infalível em termos de segurança?

Phil Scarfo: “Nada em termos de segurança será 100% à prova de fraudes. Gerenciar riscos é uma questão de equilibrar segurança e conveniência. Podemos aumentar a segurança substancialmente, mas através da combinação de fatores que atingem quase a segurança total. Chegamos muito perto de 100%, mas não atingimos os 100%. A combinação entre biometria, um dispositivo inteligente (com uma aplicação segura) e talvez um PIN (código numérico de identificação pessoal) poderia ser mais do que suficiente para atender aos mais altos padrões de segurança. Mas é errado pensar que alguma coisa é 100% segura, à prova de fraudes. Sendo assim, a melhor opção é aquela que proporciona um nível bastante alto de segurança com a máxima conveniência possível. Que outra tecnologia oferece isso além da biometria? Por enquanto, nenhuma outra.

Fonte: Phil Scarfo, executivo da Lumidigm, líder global em soluções de autenticação por sensores biométricos de impressão digital – que foi adquirida recentemente pela HID Global, líder mundial em soluções de identificação segura que está ampliando seu portfólio, podendo entregar uma variedade de novas soluções de identificação ao mercado.

Turma da Mônica desfilará na Rosas de Ouro no carnaval paulistano

A escola de samba Sociedade Rosas de Ouro apresentará o enredo “Inesquecível, no próximo dia 28 de fevereiro, sexta-feira, no Sambódromo e contará com a presença da Turma da Mônica em seu desfile

A Rosas de Ouro será a segunda escola do grupo especial do Carnaval Paulistano. Nove personagens da Turma abrilhantarão a maior festa brasileira e farão parte dos cerca de três mil componentes que estarão na avenida.

Embalada pelo enredo Inesquecível, de autoria de Darlan Alves, intérprete oficial da agremiação; Jorge Freitas, diretor de carnaval; e Murilo Lobo, assistente do carnavalesco e coordenador da equipe de produção, a Rosas de Ouro apresentará as quatro fases da vida: infância, juventude, maturidade e terceira idade.

No enredo estão sendo homenageadas algumas referências memoráveis que marcaram, para sempre, algum momento da vida. A Turma da Mônica, que há mais de 50 anos vem encantando e participando da educação das pessoas desde a infância até a melhor idade, pode ser considerada especialista nisso. O carro da Turminha tem como tema Infância e leva o nome de Fascínio Infantil.

Mônica, Cebolinha, Cascão, Magali, Chico Bento, Rosinha, Franjinha, Anjinho e Jotalhão serão os personagens que participarão do desfile.

Sobre Mauricio de Sousa AO VIVO

Empresa do Grupo Mauricio de Sousa que tem como missão a transformação das histórias dos quadrinhos em experiências Ao Vivo. Espetáculos musicais, eventos corporativos, culturais, esportivos, espaços temáticos para shoppings, encontro com personagens e sessão de autógrafos com o Mauricio de Sousa são as principais frentes de negócios da empresa.

Sobre Rosas de Ouro

A tradicional escola de samba da zona Norte foi fundada em outubro de 1971 e já conquistou sete títulos do Carnaval de São Paulo no grupo especial. Seu último título veio em 2010 com o enredo Cacau é Show. A quadra da Rosas de Ouro fica localizada na Rua Coronel Euclides Machado, 1066, Freguesia do Ó.